quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

"Be strong " 5 capítulo


Próximo capítulo...
-O que ?
-Pega ali na sua bolsa um papel pra mim por favor
- OKay
Me levantei e peguei minha bolsa, senti ao seu lado novamente, peguei uma folha e entreguei em sua mão. Ele demorou um pouco
e me mostrou... um papel que estava escrito
"Você faz meu coração bater rápido e lento ao mesmo tempo "
-B-Braiam...
-Eu nem sei o que dizer..
-Não precisa
-Porque ?
-Porque eu sei o que  você sente, eu te entendo.
-Que bom, engoli um seco.
Fui pegar minha bolsa, mas estava tão nervosa, que a deixei  cair... Ao ouvir o barulho dela caindo no chão Braiam desviou o
olhar de mim para a bolsa que estava entre nós dois. Alguns papeis cairam de lá, Braiam voltou o olhar a mim, com uma cara
assustada. Rapidamente me abaixei para catar antes que ele pegasse, mas muito sagáz Braiam os puxou da minha mão.
-O que é isso ju ?
-Meus sentimentos, disse com uma voz rouca
Braiam na mesma hora abriu um dos papeis, e começou a ler:

 " Ser paixonada por você não é uma obsessão, é um modo de me fazer sonhar, um modo de viver... Quando eu não posso
deixar para trás os momentos que em nós rimos ou que chorei incontrolavelmente em seus braços..."

"É difícil olhar todos os dias para suas fotos no meu celular, abrir os olhos e e ver que você não está lá...
Você foi embora, e me deixou, como vou ocupar o buraco em meu coração... ?

"Eu quero alguém que me faça te esquecer, que implique comigo, mas ao mesmo tempo me ame, que lute por mim, que me faça
ficar em seus braços mesmo quando eu não quero... Que me apavore e me faça sentir desejo... Alguém único...

-Nossa...
-O que ?
-Porque escreve seus sentimentos ?
-Não sei... levantei minha cabeça olhando pra ele
-Quem fez isso com você ?
-Um menino
-Claro, mas qual o nome ?
-Porque vocÊ quer saber ?
-Por favor
-Nick
-Quando foi isso ?
- A 6 anos atrás...
-Você sofre por esse canalha a 6 meses...?!
-Sim
-Não consigo acreditar
-...
-Você o amou de verdade
- É
-O que ele fez ?
-Não foi ele, fui eu, foi o que eu não fiz...
-O que você não fez, o fez terminar com você ?
-Sim
-Entendi
-Mesmo ?
-Sim, me desculpe...
-Tudo bem
-Eu te entendo, mas que ninguém
-Como ?
-É difícil de te explicar
-tá
Sua pele fervendo encostou em meus braços, me puxou para seu peito, uma de suas mãos soltou-se do meu braço e foi para minha
cabeça, encostando- a em seu peito. Suas mãos passavam por todo meu corpo analisando cada centímetro. As pontas de seus dedos
brincando em minhas costas, eu gostava tanto daquilo. Uma de suas mãos tirou meu cabelo da frente de meu pescoço, deixando o
exposto, seus dedos encostando em minha pele branca, me fazendo cosquinha. minhas mãos segurando com força sua camisa,
sentindo seu cheiro, uma de minhas mãos foi para trás de seu pescoço, fazendo carinho em seus cabelos...
-Ju ?
-Mmm...?
-Você quer que eu pare...?
-Não, por favor
Ao ouvir meu pedido Braiam levou suas mãos para trás de mim apoiando-as em minha bunda, e fazendo um cruzamento entre seus
dedos, minhas mãos estavam sobre seus ombros enquanto eu brincava com seus cabelos, fiquei na ponta do pé, para poder
alcançar seu pescoço, minhas mãos foram abaixando para seus ombros em um ritimo lento, meus olhos voaram para os seus, eles
brilhavam, um sorriso abriu em seus lábios, meus olhos voltaram para seu pescoço, meus lábios tocaram em sua pele, fui
deixando beijos seguidos em cada parte de seu pescoço.
-Ju ?
-Oi ?
-Já percebeu ?
-O que ?
-Que o que você estava procurando, você achou...
-Como assim ?
-Seus textos, eu estou aqui agora com você para fazer o que você quiser.
O silêncio permeneceu, continuei beijando seu pescoço, com uma dificuldade, Braiam percebeu e se inclinou para frente.
-Obrigada
-Não há de que
Minhas mãos desceram para seus braços pegando suas mãos e me afastando.

Como já estava de manhã:
-Braiam, eu já vou
- Tá, eu te levo
-Não precisa
-Eu faço questão
-Eu não quero
-Eu te levo e acabou, ele disse em um tom mais alto, apertando meus braços com força.
-Braiam, me solta ! eu gritei
-Me desculpe eu perdi o controle...
-Vou tomar um banho
-Vou pegar o carro, espera aqui
-Tá, falei seca
Peguei minhas roupas e entrei no banho, ouvi a porta bater, provavelmente foi Braiam, sentei no banho, não podia acrditar
em tudo o que estava acontecendo.Ele me assustou, mas me amou, brigou comigo mas disse que queria me fazer feliz...
Terminei meu banho, vesti minha roupa, com o  pé molhado e as pontas do cabelo pingando fui para sala, na ponta do pé.
Tinham tantas fotos, todos com ele, ele e amigos, ele em passeios turisticos, ele sozinho. Mas tinha uma foto que me chamou
a atenção, Braiam com duas mulheres, uma parecia ser mias velha que a outra. Ele estava no meio delas duas, com os braços
em cima do ombro das duas.Ele parecia tão feliz, com aquele sorriso encantador...
-O que está fazendo ? Ouvi sua voz, seguida da porta batendo, olhei rápido para sua direção.
-Nada, estou procurando meus brincos, você os viu ? disse tentando disfarçar
-No quarto
-Ah, obrigada
-Não há de que, ele disse confuso
Entrei no quarto e me deu um alivio: UFA !! Peguei meus brincos e ouvi a voz do Braiam.
-Ju ??
-Oii..?
-Vamos ?
-Ok!
Nós dois fomos de carro para minha casa.
-Até amanhã ju
-Até.
Me levantei, bati a porta, estava atravessando a rua quando ouvi sua voz, a voz que eu precisava pra sobreviver...
-Ju ....??
Me virei e olhei em seus olhos :
- O que foi Braiam ?
-Vem me dá beijinho...
-Aiin tá bom
Fui até ele, dei um beijo nele, e fui pra casa, vi o carro de Braiam acelerar, ele abriu o vidro e me deu uma piscadinha...
Tomei banho, comi, passei o dia sem fazer nada
De noite :

Tremi ao ouvir meu telefone zumbir, era o Braiam,
Sms:
-E aí fazendo algo de bom ? B.x
-Não, e vc ?
-Tô indo para uma festa
-Hmmm.
Parei de responder ele, desci fiz um sanduiche e voltei, levei um susto ao ouvir meu celular zumbir de novo. Mas desse vez
não era o Braiam, era uma das minhas colegas de sala .
Sms:
-Cadê vc, sumiu esses dias ?! Clara.x
-Não pudi ir esses dias. ju.x
-Ah, então corre lá na lá livraria pública e pega um livro chamado " A vida e a morte de charlie " faz um resumo para daqui
a 2 semanas. Clara.x
-AAAwwnnnn, obrigada por me avisar, tô indo lá agora.
Peguei um roupa, me vesti e fui.
Acabei passando muito tempo lá, aí encontrei a clara.
-oii ju
-Oii
- E aí ?
-Tô lendo né

-Ah clara olha aqui minhas coisas enquanto eu vou no banheiro por favor ?
- oK
Clara on :
 A ju me pediu pra olhar as coisas delas enquanto ela ia no banheiro, mas o celular dela, não parava de apitar, não resisti
e olhei.
Tinha um sms de um tal de "B ", quem era esse ? kkkk abri a mensagem e li.
"Que calcinha tá usando agora ?
Essa pessoa tinha muita íntimidade com ela né, não resisti e respondi de novo
"Renda preta ;) "
- Heyyy, clara tá fazendo o que ?
-Nada, peguei meu cel e vi a mensagem
-Aff !! não acredito que fez isso, risos...
-sorry, risos
Recebi um novo sms dele:
" Meu Deus ! me manda uma foto... "
Aff, não tinha coragem de responder aquilo, 30 minutos depois no meio do caminho...
Próximo Capítulo...

 






 Desculpe a demora :)
Esther*

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nós-- Cap.8



Minhas pernas estavam trêmulas e minhas mãos chacoalhavam a chave, ainda mais trêmulas. Eu estava completamente nervosa e tudo isso por causa da presença daquele homem, agora de pé, me encarando com a mesma fúria que eu havia visto em seus olhos quando ele me flagrara na cozinha com Zayn.
Ele estava furioso. E com razão.
Eu só não entendia porque Louis decidira contar justamente agora para Liam que eu estava grávida. Agora que Zayn havia decidido que eu moraria junto com ele, agora que ele queria assumir plenamente a paternidade.
Eu tinha sido tão cruel assim para merecer tamanha injustiça? Esse era o meu pagamento por ter traído Liam? Ter todo esse drama jogado contra mim era o meu retorno? Karma era uma coisa assustadora, mesmo.
- Não vai dizer nada, (s/n)? Não tem nada a me dizer?
A sua voz era um rosnar cheio de raiva e traição. E eu me culpei por ver, novamente, aquele brilho nos seus olhos.
- Liam, eu... eu... iria te contar. Me desculpe.
- Ia me contar quando? Quando essa criança nascesse?
Eu abaixei a cabeça sabendo que, na verdade, eu não contaria nada a ninguém, se dependesse de mim. Eu criaria o meu filho sozinha. Era esse o meu plano inicial, mas Louis Tomlinson era um fofoqueiro maldito e estragara todo o meu planejamento.
- Não era assim, Liam. Eu juro.
- Não?
Liam deu dois passos tremendamente ameaçadores para frente e se deixou me olhar nos olhos.
Aqueles brilhantes olhos cor de chocolate pareciam faiscar a raiva e o ódio, mas não podia me deixar intimidar.
- Você me traiu, me dispensou e ainda me esconde que está esperando um filho meu. Me pergunto como pude confiar em você, (s/n). Como pude?
- Liam, eu sinto muito.
E eu realmente sentia. Se eu tivesse me controlado, se eu nem ao menos tivesse saído de casa naquela tarde, as coisas seriam diferentes. Eu ainda estaria com Liam, eu não teria todo esse drama e pressão sobre mim. Eu não estaria carregando um filho sem pai.
- Não sente. Você nunca sente. Era esse o seu intuito, (s/n)? Me fazer perder o controle? Me fazer rastejar atrás de você até que ache que é o bastante? – ele apertava o meu braço com ainda mais força, mas ainda assim não me desvencilhei. Por mais que eu amasse Liam, o lado negro dele exercia algo sobre mim que eu ainda não era capaz de entender. Era bom. Me atraía e excitava. E saber que eu era uma das únicas que o despertava, me fazia sentir um prazer indescritível. Uma parcela de culpa, também, mas na maior parte era apenas excitação.
- Essa criança é minha, não é? – Liam sacudiu meu corpo. – É minha?
Eu não respondi. Não podia. Aquela era uma pergunta para a qual ainda não havia resposta.
- Eu não sei, Liam. Eu... eu... Sinto muito. Não sei.
Ele inclinou a cabeça até seus lábios ficarem a milímetros dos meus. Parecia ainda mais ameaçador. Mais furioso e o ódio fazia o seu olhar castanho ficar ainda mais escuro. Eu podia ver o desejo brilhando ali também. Mas não me atrevi a me mover. A chave caiu de minhas mãos, trêmulas e sem saída, deixei que a minha bolsa fizesse o mesmo, fazendo um barulho abafado quando caiu no tapete da entrada.
Liam estava me provocando, mantendo os seus lábios selados, mas à milímetros dos meus. Ele sabia o quanto os lábios dele eram capazes de me tentar. Liam me conhecia.
- Não me importa o que sabe ou não. Eu já decidi como as coisas serão a partir de agora.
- Liam...
- Zayn não vai tomar o que me pertence, (s/n). E você me pertence.
A sua boca esmagou a minha e eu perdi o controle. Não da mesma forma que acontecia com Zayn. Mas eu não saberia colocar em palavras se melhor ou pior. Apenas diferente. Mas igualmente intenso e descontrolado. Levando o meu bom senso com os movimentos de sua língua, tomando a minha sanidade com o toque macio da sua boca. Seus dentes mordiam de leve o meu lábio e aquilo me deixava ainda mais necessitada de mais.
Não eram os hormônios da gravidez clamando. Era o meu corpo. Ele sempre reagira da mesma forma à Liam, e quando ele deixava o seu lado selvagem e feroz fugir do seu controle, como uma personalidade doentia da qual ele era refém, às vezes, o meu corpo não deixava espaço para minha mente. Não deixava espaço para nada que não fosse o corpo de Liam, se encaixando, preenchendo.
Tomando.
E eu daria tudo a ele. Sempre. Porque eu o amava.
- Você me pertence. Essa criança me pertence, (s/n). Tudo o que é relacionado à você é de minha posse. E eu não estou disposto a abrir mão disso, nem para ninguém, nem por ninguém, entendeu? Assenti e senti a mão de Liam se emaranhar em meu cabelo, enrolando em sua mão, puxando-o de leve enquanto a sua boca sussurrava coisas possessivas contra a minha.
- A quem você pertence, (s/n)? Quem te possui?
Sussurrei o nome de Liam, mas aquilo não o satisfez. Disse mais alto. Mas não o satisfiz. Ele puxou meu cabelo e mordeu o meu lábio antes de ordenar que eu gritasse o seu nome, que eu dissesse em alto e bom som quem era o homem a quem eu amava, a quem eu pertencia.
E não tive dúvidas de que nome gritar.
Eu pertencia a Liam. Sempre pertencera.
Mas não tinha mais certeza disso.
A imagem de Zayn e a maneira como ele segurara a minha mão na cafeteria fizeram a minha vista nublar e, sem querer, eu dei alguns passos para trás, me afastando de Liam.
- O que houve? – ele perguntou.
Ele parecia genuinamente preocupado, mas não era inteiramente o antigo Liam.
- Zayn. Houve que eu não posso fazer isso com vocês dois. Eu não tenho certeza de nada no momento, e tomar qualquer decisão agora pode ser precipitado. Não posso...
A outra mão de Liam, a que não segurava meu cabelo num aperto dolorido, segurou meu queixo, puxando o meu rosto para cima, fazendo com que meu olhar encontrasse o dele e de uma forma que eu nunca seria capaz de compreender, ele leu a verdade ali.
- Você o deseja.
A raiva que assolou Liam foi como uma corrente elétrica, passou pelo meu corpo inteiro e eriçou meus pelos, fazendo o medo gelar a minha espinha.
- Ele tentou te convencer com um beijo, não foi? - pela minha expressão assustada sobre como ele havia conseguido tal informação, eu havia dado uma bela confirmação para Liam do que havia acontecido. - Típico de Zayn. Um beijo para ganhar o que ele quer. Mas eu já te alertei, (s/n). Você é minha e ele não irá tirar você de mim.
Virei o rosto, insegura com a determinação em seus olhos e Liam me fez virar para ele novamente. Ele ainda não havia terminado de me clamar como dele.
- Se Zayn quer jogar sujo, eu também sei jogar.
O aperto de Liam suavizou e a sua boca roçou a minha devagar, provocando, mas sem me beijar de verdade. Ele estava tentando me deixar louca e estava conseguindo o seu intuito. O toque da sua boca era tão leve que fazia cócegas em meus lábios. Mas não era o suficiente. Ele queria me provocar mais. Por isso Liam passou a língua delicadamente pelo contorno de meus lábios antes de contornar a lateral de meu rosto até a minha orelha. Sua voz rouca sussurrava coisas sem sentido, mas eu podia distinguir a palavra “minha” por cima dos seus murmúrios.
E eu era realmente dele?
A boca quente e úmida de Liam desceu para o meu pescoço e deu uma sugada lenta que eu tinha certeza de que deixaria uma marca. Suas unhas arranharam o meu ombro enquanto desciam pelos meus braços até segurar as minhas mãos. Seus dentes morderam então uma palma e depois a outra.
Doloridamente.
Entendi, então, qual era o plano de Liam: me deixar marcada.
Marcar o meu corpo da mesma maneira que ele já havia marcado a minha alma. Fazer Zayn se afastar quando visse a inúmera quantidade de marcas roxas em meu pescoço. Fazer Zayn desistir quando visse os arranhões em minha pele. Eu tinha um dono, segundo Liam, e esse dono era ele.
Seus dedos fortes arrancaram a camiseta do meu uniforme da cafeteria e a arremessou para qualquer lugar da sala. O ar frio que entrava pela janela aberta não me afetou em nada. Foi bem vindo, aliás.
Meu corpo estava tão quente que eu sentia poder queimar a pele de Liam, também.
Com um movimento brusco e totalmente inesperado, Liam me pegou no colo e começou a andar pela casa, como se soubesse exatamente o local de cada móvel e aparato, e seguiu para o meu quarto, me colocando na cama com uma gentileza que foi traída no instante seguinte pela maneira como ele me deitou, colocando uma mão em meu ventre enquanto a outra, habilmente, abria o ziper da minha calça jeans.
Minha barriga sentia o carinho lento dos seus dedos, como se acariciasse não apenas à mim, mas ao ser que estava ali dentro também.
Por mais furioso que Liam estivesse comigo por tudo o que eu havia feito, eu tinha a mais plena certeza de que ele já estava amando aquela criança. Tanto quanto Zayn amava. E mesmo que ele não houvesse dito com a mesma clareza com que Zayn dissera, eu sabia que Liam cuidaria daquela criança mesmo que ela não fosse sua.
Minha calça foi arrancada e junto com ela se foram as minhas sapatilhas. Um calçado confortável e prático para alguém que já começava a sentir o cansaço nas pernas, típico da gravidez.
- Sentiu minha falta, (s/n)? O seu corpo sentiu saudades de mim?
.
.
(...hot...)
.
.
- Tudo bem, (s/n)? Eu te machuquei? - ele perguntou, genuinamente preocupado. O meu Liam havia voltado. - Desculpe. Não pretendia ser tão bruto, mas eu fiquei realmente bravo. Sinto muito. Eu dei uma risada fraca. Meus braços e pernas não tinham força. Minha cabeça estava apoiada no ombro de Liam, sem a menor vontade de se mover do confortável local onde eu estava. Exaurida era uma boa palavra para descrever como eu me sentia.
- Eu te amo, (s/n). - ele sussurrou em meu ouvido, ainda sem se mover, provavelmente tão cansado quanto eu. Suas pernas não puderam suportar mais e num movimento rápido, Liam nos jogou na cama, permitindo que eu caísse por cima dele, apoiando a minha cabeça agora em seu peito. - E tenho um presente pra você e pro nosso bebê.
Ele se ergueu, apoiando o corpo no cotovelo e me encarando. O brilho estava de volta aos seus olhos, mas era o brilho amoroso que eu conhecia há tanto tempo. Por mais que ele estivesse bravo antes, agora isso havia abrandado.
A maneira como ele estava tratando a pequena vida dentro de mim como “nosso bebê” era mágica demais para me fazer lembrar de Zayn e de sua proposta. Por que as coisas tinham de ser tão confusas para mim?
Se esticando, Liam estendeu a mão para o meu criado mudo, pegando um pequeno pacote e o colocando diante de mim, que levantei, curiosa, pegando o pacotinho em minhas mãos.
- Minha mãe chegou em Londres hoje. Pedi para que ela trouxesse isso de Wolverhampton para você. Abri com cuidado o papel de embrulho que tinha vários barquinhos coloridos em um fundo amarelo claro e não pude conter o sorriso quando notei o que havia ali dentro.
Um surrado e um tanto sujo ursinho de pelúcia me olhava com olhos brilhantes e cheios de memórias do passado.
- Liam, ele é lindo.
- Sim, e foi o meu melhor companheiro durante toda a minha infância. Toda vez que eu sentia medo, ele esteve ali para me acalmar. Acho que ele seria um bom companheiro pro nosso menino. - Liam sorriu e passou a mão pela minha barriga. - Ou uma menina. Eu adoraria uma filha com esse seu sorriso. - os dedos de Liam agora deslizaram pelos meus lábios.
O meu sorriso aumentou e eu coloquei a cabeça na curva do pescoço de Liam, me colocando confortável para dormir, sentindo o corpo dele se aconchegar contra o meu, me aquecendo e protegendo, enquanto o ursinho estava aninhado contra mim, pressionado contra a minha barriga.
Liam sussurrava coisas em meu ouvido enquanto eu deslizava suavemente para o mundo dos sonhos.
Mas eu ainda podia entender algumas coisas como a última que ele disse antes de eu finalmente fechar os olhos, me rendendo ao sono.
Meu peito ficou leve e eu respirei fundo com a frase de Liam em minha mente, tomando um espaço enorme em meu coração:
- Eu cuidarei de você, (s/n). Nós somos uma família agora.
E assim eu dormi. 


Nossaaa! Que confusão!! Com quem que ela vai ficar??? Zayn Ou Liam?? Deixem seus comentarios aqui!! #Rafa

sábado, 23 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

One way or another

Oii, aain gente tô pirando desde ontem com o novo vídeo huasuhauha
Ainn o one way or another dos minos(1D)!!!
Chorandoooooo aquii !!!
Que orgulho, meu deus, ainda me lembro quando eles lançaram one thing husahuashusa
Esther*
Link : http://www.youtube.com/watch?v=36mCEZzzQ3o

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Nós-- Cap.7


Quinta feira. 

Coloquei um muffin e um café expresso na mesa 8 e olhei no relógio agradecendo mentalmente que faltavam apenas dez minutos para que o meu expediente acabasse. 
Algo vibrou no meu bolso e eu sabia exatamente o que era. 
Zayn.
Voltei para detrás do balcão com um sorriso maléfico que nada tinha a ver com os agora nove minutos restantes. Meu sorriso ficava ainda maior quando eu me lembrava que Zayn Malik, o poderoso e internacionalmente desejado Zayn Malik, havia sido feito de idiota. E por ninguém mais, ninguém menos do que eu.
O nosso encontro estava marcado para a quarta feira. E desde que decidira que esse encontro aconteceria, Zayn havia me mandado mensagens confirmando esse encontro, ao que eu não respondi nenhuma delas, e na penúltima mensagem do dia anterior ele apenas digitara: “Na minha casa. Às sete.”
Dez e cinquenta daquela mesma noite eu recebera mais uma mensagem. “Você não sabe com quem se meteu, (s/n).”
Eu sabia sim. E era justamente por isso que eu não queria mais continuar aquele jogo.
Por mais bad boy e cheio de pose que Zayn pudesse parecer à primeira vista para qualquer pessoa, eu sabia que ele não era daquele jeito. Eu o conhecia e sabia que o drama em que estávamos nos afundando mais e mais só o machucaria. E eu não queria ferir Zayn.
Tampouco queria ferir Liam e fora justamente por isso que eu o mandara embora de meu apartamento, fora por isso que eu negara os meus desejos e deixara que ele escapasse de minhas mãos.
Para o bem deles. Para o bem do meu filho.
Distraidamente, passei a mão na barriga. Um gesto que havia se tornado rotineiro nas ultimas semanas. A minha barriga ainda não estava totalmente aparecendo, mas eu podia sentir a pequena vida dentro de mim dando os mais belos sinais de que ela estava ali por mim e isso só fazia aumentar a minha vontade de fazer aquilo da maneira mais correta.
Mesmo quando tudo já tivera inicio de uma forma tão ruim.
Eu odiava que as coisas estivessem acontecendo daquela maneira, mas já que tinham acontecido, eu tinha de consertá-las. Era o meu dever para com os dois homens e para com aquela criança.
Retirei o celular do bolso, dando uma conferida discreta e vi que o alerta não era de mensagem, e sim de chamada. Louis.
Ultimamente, Louis me ligando era um sinal de mau presságio, e uma vez que ele já devia estar sabendo que eu não aparecera na casa de Zayn, ele me daria um troco no maior estilo Tomlinson.
Eu o conhecia. Melhor do que a mim mesma.
O relógio marcava que faltavam seis minutos e eu senti o telefone vibrar em minhas mãos. Droga! Louis.
Atendi, nervosa, sem me importar do meu expediente ainda não ter realmente terminado, deixando que os dois outros atendentes cuidassem do balcão enquanto eu saia para os fundos da cafeteria para atender o telefonema.
- Oh, (s/n). Você não deveria ter feito isso. Coitado do Zayn! – foi o que ele disse assim que atendi a ligação.
- Mas fiz, azar. – dei de ombros – E não esqueci o que você fez, Tomlinson, seu fofoqueiro.
- Opa! Fofoqueiro não. Onde está o respeito, (s/n)? Eu tinha duas informações privilegiadas e não tive medo de usá-las. O que me tratasse melhor, ficaria com a melhor informação. Mas isso, claro, sem que eles soubessem. Zayn foi mais gentil, por isso deixei que ele soubesse que você está grávida.
- Você ia contar para ele de todas as maneiras, Louis. Você estava se roendo para contar.
Ele apenas riu, deixando claro que eu não havia dito nenhuma mentira.
- Ah, eu acho que contei outra coisinha pro Zayn. Nada demais.
- O que você contou, Louis William? – rosnei.
- Nada demais. Tenho que ir agora, te ligo depois.
A sua risada foi interrompida pelo fim da ligação praticamente no mesmo instante em que Cindy, a outra atendente, colocou a cabeça pelo vão da porta e me chamou, dizendo que um cliente estava lá e exigia ser atendido por mim.
O relógio exibia que ainda faltavam dois minutos antes que eu fosse plenamente liberada do meu expediente. Bufando, segui para a frente da loja e quase desmaiei quando encontrei os olhos escuros e misteriosos de Zayn Malik encarando-me com toda a sua firmeza, fazendo com que eu ficasse ainda mais pálida e nervosa.
- B-boa tarde... Em que.... eu posso ajudar? – as palavras saiam aos trancos da minha garganta seca e os olhos dele não se desgrudaram de mim, como se quisesse ter certeza de que aquela era realmente eu.
- Quero um café. Forte. E quero que se sente bem ali naquela mesa. Temos muito o que conversar.
Cindy me deu uma cotovelada maliciosa e disse que ela mesma pegaria os expressos e que os levaria na nossa mesa, sussurrando em meu ouvido que eu deveria tirar o avental. Meu expediente tinha oficialmente acabado.
Meus passos eram cuidadosos, como se a qualquer momento eu temesse desmaiar de tamanho nervosismo, mas consegui me arrastar até a mesa mais oculta do café, num canto entre duas paredes que nos permitia conversar sossegados.
Assim que eu me sentei, Zayn me encarou e disse, sem perder tempo.
- Essa criança é minha e você está vindo morar comigo.
Para ele parecia tão simples que eu tive de me esforçar para me recordar dos motivos para que eu declinasse de sua oferta.
- Você nem sabe se esse bebê é seu, Zayn. Pare de ser idiota e volte de onde você veio.
- É meu. Eu sinto isso. – ele justificou, sem se abalar.
Ele estava lidando com isso melhor do que eu esperava, melhor do que eu estava lidando e isso era tão estranho quanto era bom. Será que Liam reagiria da mesma maneira?
- Zayn, nem eu tenho certeza de quem é o pai dessa criança. Pode ser que você o seja, mas pode ser o Liam. Não posso fazer isso com nenhum de vocês. – os olhos dele ainda estavam firmes e presos nos meus – Eu já tomei a minha decisão.
- E eu tomei a minha, (s/n). Você vai morar comigo. Mesmo que ele seja filho do Liam, eu serei o pai dessa criança. Eu quero criá-lo ao seu lado. Como uma família. - Não era justo com Liam. Eu havia ficado tentada com a sua proposta, mas eu ainda me recordava do olhar doce de Liam e sabia que os dois mereciam as mesmas chances. Se eu havia recusado Liam, era justo que eu recusasse Zayn também.
- Sinto muito, Zayn, mas eu não estou interessada.
Levantei-me de minha cadeira e no mesmo instante os dedos finos e morenos de Zayn rodearam o meu braço, me fazendo sentar na cadeira, mais uma vez, enquanto Cindy colocava o café de Zayn e meu café com creme de morango na mesa, se afastando, ao notar a tensão que parecia vibrar ao redor da mesa.
- Não é uma proposta, (s/n). Conversei com Louis e ele concorda com isso. Será melhor para você e o bebê morarem num local seguro e com provisões necessárias para a sua situação. – para se certificar de que estava falando as coisas corretamente, ele lançou um olhar a nossa volta. Sim, o meu bairro não era tudo isso, mas eu gostava de lá.
- Não dou a mínima para os planos que armam pelas minhas costas, Malik. Eu decidi que eu vou criar essa criança sozinha e é o que eu vou fazer.
- Eu não vou deixar. – ele tomou um gole do seu café, paciente, controlado. Como se estivéssemos discutindo sobre o clima e não sobre toda uma vida.
- Zayn, eu não quero causar mais problemas entre você e o Liam. Eu já disse antes e vou repetir. Aquilo foi um erro. As duas vezes em que eu me deixei entregar para você foram erros. Foi bom, eu não vou negar. – completei quando ele ergueu uma sobrancelha, irônico. – Mas eu preciso de um tempo para mim. Para pensar. E só porque eu supostamente estou esperando um filho seu, não é motivo o suficiente para eu ir morar com você.
- Eu te amo. Esse é um bom motivo, não é?
A mão de Zayn segurou a minha e meus olhos foram atraídos para as nossas mãos unidas. Zayn me amava. Era sempre tão estranho quando ele dizia isso. Parecia tão bom e certo, mas ao mesmo tempo eu me lembrava de Liam dizendo o mesmo, por isso aquilo automaticamente se tornava ruim e errado.
- Eu preciso pensar, Zayn.
Retirei a mão e vi o rosto de Zayn se tornar branco e toda a ternura se esvair, voltando a parecer o homem controlado que estava conversando comigo anteriormente.
- Você tem até sábado. – ele disse, mas a sua voz saiu como um rosnado. Ele não estava contente com o que eu havia decidido, mas estava disposto a me dar esse tempo. De má vontade, mas daria. – Se você desaparecer, como fez ontem à noite, pode ter certeza que obrigarei Louis a me dar o seu endereço e eu mesmo retirarei as suas coisas de lá e levarei tudo para a minha casa. Entendeu?
Assenti, calada. Eu não me atreveria a discutir com ele quando podia ouvir e sentir a ameaça sob as suas palavras. Levantei-me antes que ele pudesse dizer mais qualquer coisa que fosse. Eu já estava confusa o bastante com tudo o que ele havia jogado no meu colo. Não precisava de mais nada.
O café com creme de morango estava fazendo o efeito contrário de evitar o meu enjôo e eu já podia sentir a minha bile subir.
Eu estava seguindo para a porta traseira da cafeteria, onde as minhas coisas estavam, pronta para partir, quando senti os dedos de Zayn em meu braço, mais uma vez.
Ele virou-me para si e disse com aquele sorriso malicioso que era tão típico de Zayn Malik:
- Acho que isso vai te ajudar a pensar mais rápido.
E sem mais, ele beijou meus lábios, envolvendo a sua língua na minha, devorando os meus lábios e tomando minha boca como se tivesse todo o direito para isso. Me beijando como se essa fosse a coisa mais especial a se fazer. Como se eu fosse merecedora de seus beijos. E por isso, naquele momento, deixei que Zayn me convencesse, deixei que a minha boca reproduzisse os seus movimentos, sentindo a sua barba por fazer arranhar a minha pele de uma maneira erótica e que me deixava ainda mais desejosa de levar aquilo adiante.
Zayn tinha esse poder comigo. Um beijo. Um simples beijo, e ele conseguia me fazer desejar ir mais além.
- Não, baby. Não até sábado. Por isso... – ele mordeu meu lábio inferior, antes de se afastar. – Pense bem.
Ele sabia o que fazia com o meu corpo. Ele parecia ter os engates perfeitos para acender o fogo dentro de mim, e aquilo fora um truque. Para me fazer desejá-lo, para fazer com que eu decidisse fazer o que ele queria para tê-lo.
Esperto. Sim, Zayn Malik era realmente esperto.


O caminho de volta para casa foi calmo e cheio de pensamentos conflitantes para mim. Zayn me deixara confusa. Saber que ele queria aquela criança, independente se ele fosse filho dele ou não, me deixava confusa e alegre ao mesmo tempo.
Eu poderia ficar ao lado dele. Eu sabia que Zayn seria um bom pai, sabia que ele cuidaria daquela criança como se essa fosse uma parte dele. Como ele fazia com Lux, a ajudando a andar, a ensinando como pentear o cabelo corretamente, até mesmo trocando as suas fraldas quando Lou não podia. Zayn seria um bom pai. E seria um bom companheiro. Eu tinha certeza.
E me amava. Isso era realmente muito importante.
Mas eu amava Zayn de volta?
Liam veio à minha mente e eu fiquei confusa novamente.
Era como se eu desse um passo para frente e seis para trás. Eu estava confusa demais. Assustada demais.
O casal do apartamento ao lado estava em plena atividade. Pelos gritos, a briga acontecera mais cedo e agora eles estavam na reconciliação. E pelo visto, eles estavam praticando atividades sexuais na parede. Só isso explicaria os sons altos que eu estava escutando.
Coloquei a chave na fechadura, ainda rindo da energia e fôlego que aqueles dois tinham, antes de abrir a porta.
A minha sala estava escura, como eu sempre deixava. Fechei a porta e acendi a luz ao mesmo tempo em que a voz dele soava pela sala:
- Boa noite, (s/n).
Virei-me assustada para trás e encontrei Liam sentado no meu sofá, com os olhos vermelhos e um sorriso estranho em seu rosto.
- Liam...
- Ou eu deveria dizer: “Boa noite, mãe do meu filho?”
Oh, não. 

E agoraaa?? Sóh no proximo Cap.! #Rafa

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Be strong 4 capítulo


Próximo capítulo...

Nós corremos para um beco que tinha antes de chegar aos carros, eu não conseguia acompanha-lo ele tinha as pernas muito
longas então corria mais rápido, Braiam percebeu que eu não conseguia acompanha-lo e me pegou no colo, colocando minhas mãos
em volta de seu pescoço  e segurando em minhas coxas.

Eu era muito azarada, no beco Braiam me colocou no chão, as costas de Braiam encostaram no tijolo frio, minhas mãos voaram
para seu peito, impedindo-me de cair nele. Tudo o que podia ser ouvida era nossa respiração pesada.
-Braiam
-Mmm
-Obrigada por correr comigo no colo, por me salvar e lutar por mim...
 Fechei os olhos, aliviada que estávamos escondidos das pessoas que queriam nos machucar, não gostava de imaginar Braiam
apanhando.

Braiam me surpreendeu quando seus dedos afastaram o cabelo do meu rosto.Olhei para ele.Seus olhos verdes cairam sobre
minha testa deixando sua cabeça colada com a minha,seus olhos brilhavam enquanto olhava para mim.Braiam era um dos caras mais
bonitos que eu já tinha visto e ainda sim um dos mais assustadores.

-Podemos caminhas até meu apartamento, não é tão longe, ele sussurrou.

Nervosa engoli um seco, sem dizer nada em resposta. ele se empurrou da parede, como eu estava encostada em seu peito, me pegando
antes que eu caisse para trás.Sua mão esquerda foi erguida para eu segurá-la, mas eu balancei a cabeça, empurrei-a de volta para
seu lado antes de pegar a direita.
O olhar fixo de Braiam nos meus movimentos. Os dedos dele estavam sangrando, era difícil dizer se o sangue era seu ou de Pedro.
Minha respiração prendeu na garganta quando ele diminuiu a distância entre nós, minhas costas forçadas de volta na parade
oposta.
Braiam estendeu a mão, pegando meu queixo e inclinando-o para o lado. Seus lábios fizeram contato com o local do meu pescoço,
chupando a pele quente. Um rastro de beijos molhados ao longo do meu pescoço enquando seus dedos caiam para descansar em meus
quadris. Eu não sabia que nós dois estávamos de olhos fechados até os abrir. O toque que Braiam tinha deixado no meu rosto.
Ele fez uma pausa, sua visão indo até meus lábios. Senti Braiam deslizar seu nariz sobre minha bocheha antes dele depositar
um beijo prolongado  na pele. Os lábios de Braiam moveram-se um pouco, depositando um beijo no canto da minha boca.
Quando percebeu que eu desejava aquilo e não ia afastá-lo, Braiam pegou meus lábios com os dele. O beijo foi um pouco mais
urgente que o anterioi.Meus dedos se amarraram nos cabelos lisos atrás de sua cabeça. A mão do Braiam  começou a vagar para
o interior da minha coxa.
-Não, eu disparei.
Ele se afastou sorrindo antes de deslizar os dedos na minha virilha, o toque áspero me fez estremecer de volta para a parede.
Minha respiração saiu trêmula enquanto olhava para ele. Braiam depositou um último beijo em meus lábios, em seguida me puxou.
-Vamos para minha casa.. ele piscou.

Tivemos o cuidado de não sermos vistos pelos amigos de Pedro. Braiam ia pegar o carro pela manhã, evitando o confronto com os
homens furiosos.
Não andamos muito, ele colou seu braço forte em meu ombro enquando me guiava para os degraus da porta da frente. Meu peito
começou a subir e descer, pondo em evidência o medo de que eu ficaria sozinha com Braiam.No apartamento dele:
Olhei em volta para ver as casas que ficavam no lado oposto da rua, um segundo mais tarde eu teria perdido a cortina que foi
rapidamente fechada. Uma vizinha intrometida vendo quem era a essa hora. Isso me fez pensar quantas meninas Braiam já tinha
trazido para seu apartamento.

A porta da frente foi rapidamente destrancada e aberta. Braiam entrou ligando a luz do hall de entrada. Eu estva congelada
no lugar, ainda parada no primeiro degrau. Ele franziu aquela testa ficando mais fofo quando olhou para mim tirando o blazer
 e o converse.
- Você pode entrar, sabia ? ele sorriu.
-Obrigada Braiam
Estremeci com a sensação do hálito quente tocando minha pele um pouco antes dele se afastar.
Braiam desligou a luz. Me virei para ele quando ele se aproximou, um sorriso de covinhas enfeitando seu rosto. Recuei
aumentando a distância entre nós.

-Eu faria de novo falou em um tom rouco.

Minha mão agarrou seu dedo, meu polegar tocando seu braço até o ombro.
Me surpreendendo quando ele se afastou do meu toque, passando por mim pelo corredor, eu simplismente não sabia qual era a dele,
era estranho...
Ouvi um barulho de água..
-Braiam ??
-Mmmm sua voz cantarolou

Entrei na cozinha, meus olhos cairam nas costas de Braiam, enquanto ele passava a mão molhada pela água fria.

Sua cabeça virou me observando, eu brincava nervosamente com meus dedos, os músculos tensos de seus braços quando ele torceu
a torneira, fechando a água. Braiam pegou a toalha e pressionou em seus machucados...
-Deixa eu te ajudar
-Tem certeza que quer cuidar de meus ferimentos ?
-Absoluta
Parei em frente a Braiam, peguei  a toalha de sua mão e passai levemente em seus machucados sem parar de olha-los, com a
outra mão segurei em suas costas o puxando para mais perto, ele não tirava os olhos de mim observando cada movimento.
-Você mora com mais alguém ?
-Não,
-Você pode ficar com a cama
- Não, eu durmo no sofá
-Não se faça de difícil e fique com a cama
-Não
Um dos braços fortes de Braiam foi para baixo da minha coxa enquanto o outro apaiova minhas costas, levando-me para seu peito.
-Me ponha no chão

Braiam não me respondeu mais uma vez, me pegando no colo no esilo "noiva".
Braiam empurrou a porta com o pé e me pos em cima de sua cama me dando um beijo na testa.
-Só quero que você seje minha...
-Você vai precisar trocar de roupa, vista isso!
-Okay, obrigada
Braiam saiu do quarto, eu vesti seu short samba-canção e sua blusa.
-Já acabou ju ?
-Aham
-Tô entrando
-Tô saindo
-Pra onde você vai, ele disse segurando meu braço
-Sofá
Ao receber minha resposta Braiam me girou e me fez parar colada em seu corpo...
-Fique comigo por favor ju
Braiam foi me puxando até a cama, ele sentou na ponta e me pos em cima de suas pernas, colocou meu cabelo para trás e beijou
minha marca no pescoço, depois deu vários beijinhos pelo meu pescoço me relaxando, seguiu com os beijinhos até a gola de sua
blusa e a tirou, jogando em algum lugar do quarto, Braiam me girou e ficou por cima de mim, ele ia aumentando a velocidade
dos beijos...
-Não, eu não posso fazer isso
Na mesma hora Braiam se levantou e foi tomar um banho, me deixando sozinha no quarto. Eu me sentei na ponta da cama e
coloquei minhas mãos no rosto e respirei fundo, não acreditava no que quase tinha acontecido...
Ao ouvir um barulho meus olhos voaram para o banheiro, Braiam apareceu na porta do banheiro só de boxer preta, isso já
era provocação...
-Gosta do que viu ? ele sorriu ao perguntar
-Talvez... eu sorri

Braiam andou até a mminha frente, pegou minhas mãos e me levantou, puxando meu queixo para cima e me dando um beijo na
bochecha...
-Porque não ju ?
Meu silêncio permaneceu
-Não tenha vergonha
-Sou virgem Braiam, e eu respeito a primeira vez, não quero que seja com alguém que não amo...
-Eu devo ser um monstro para você, deixa eu te monstrar que eu posso te fazer feliz...Por favor...
-Vamos ver...
Braiam se afastou, pegou uns cobertores e travesseiros a mais e ligou o ar.
Ele se deitou no seu lado da cama de cabeça para cima, eu me virei olhando pra ele e disse :
-Isso não nos empede de brincar... e sorri
-Vamos ver o que você consegue fazer ju
Fui na minha bolsa e peguei um hidratante subi na cama e virei Braiam para baixo e comçei, fui passando miha mão em suas
costas para fazer carinho depois fiz massagem, os musculos tonificados de Braiam sobre meus dedos moles.
Subi em cima de Braiam e o mordi, Braiam sentia cosquinha. Ele me virou ficando em cima de mim e fazendo cosquinha, eu
não conseguia parar de rir...
-Para, para por favor
-Então diz que gosta de mim
-NUNCA !!!
-Então eu não vou parar
-Ta bom, eu falooo !!
Suas pernas estavam entre meu corpo, segurando meus pulsos com força com os braços para cima na direção da minha cabeça,
para que eu não fuja, meu peito subia e descia com um lindo sorriso no meu rosto olhando para seus olhos verdes vidrados
nos meus, seu cabelo bagunçado caindo.
-Tô esperando
-Braiam
-O que ?
-Eu gosto de você
Um enorme sorriso surgiu em seus doces lábios, seu olhar tenso sobre os meus olhos, Braiam soltou um pouco meus pulsos
para não me machucar, meus olhos mexendo-se para cada canto de seu rosto, as pernas de Braiam foram deslizando para trás,
seus quadris colados com os meus, meu olhar foi para seus lábios ao longo que se aproximavam dos meus, até finalmente
fazerem contato comigo, eu desejava mais do que tudo naquele momento seus lábios, não sabia, minha mente confusa,
eu não o amava, mas eu o desejava...Sua lingua fez um longo caminho pelo meu lábio inferior, seus lábios desgrudaram dos
meus lábios, meus olhos se abriram e eu o observei levantar de cima de mim e sentar.Eu me levante i encosei as costas na
cabeçeira da cama olhando fixamente para ele...
-Eu também gosto de você ju.
-Que bom né

Nas próximas horas eu passei em seus braços, com minha cabeça sobre seu peito, Braiam fazia carinho em minha cabeça enquanto
eu brincava com seus dedos,seus toques leves sobre meus cabelos me arrepiavam, me arrepiavam de um jeito que eu não sabia
como explicar, era bom e eu queria mais e mais, mas também me assustava...
-Hey ju...

Próximo capítulo...

Nós-- Cap.6


Era simplesmente incrível como as pessoas procuravam por coisas que estavam bem embaixo dos seus narizes.

A maior prova disso era a enorme campanha que o One Direction estava fazendo para me encontrar. Eles pediam para as fãs para que me mandassem mensagens em minhas redes sociais, pedindo para que eu desse notícias e incluindo até mesmo a mídia nessa busca. Todos estavam me procurando como loucos e eu estava bem embaixo do nariz deles.
Enquanto eu estava simplesmente morando num dos bairros residenciais da periferia. Era o que o meu dinheiro dava para pagar, já que eu começara a trabalhar em uma cafeteria do bairro. Não era nenhuma Starbucks, mas era um lugar agradável. Nada demais.
O apartamento que eu estava alugando também era legal, quando os vizinhos não decidiam passar a noite inteira brigando. Um tanto pequeno, mas interessante. Eu havia comprado alguns móveis de segunda mão, mas o apartamento já era mobiliado e isso facilitou muito a minha vida.
- Se estiver escutando essa mensagem, me ligue, pelo amor de Deus. Eu estou preocupado. – a voz de Niall soou na cozinha, enquanto eu me permitia ouvir as minhas mensagens, fazendo um delicioso sanduíche de carne e queijo para mim. Passei a mão na minha barriga, sentindo algo se mexer em resposta e não pude conter um sorriso.
Na semana anterior, eu fizera uma nova bateria de exames e assim confirmado que eu estava realmente grávida e fora justamente ter a certeza daquilo que me fizera ter novos planos e saber como eu levaria a minha vida dali para frente.
A minha primeira decisão era criar aquela criança por mim mesma. Uma figura paterna não faria tanta falta e eu sabia que eu poderia dar conta se eu quisesse. E isso evitaria o dilema de confrontar Liam e Zayn e ter de contar que eu estava grávida e não sabia qual deles era o pai.
Como eu faria isso? Liam estava certo quando me pedira para me afastar da vida deles. Aquilo tiraria todo o drama da vida deles e facilitaria e muito os seus dias. Mas não me impedia de sentir a falta deles.
Era mais forte do que eu, me deitar na minha cama, encarando o teto e imaginando como Zayn seria um bom pai. O tipo de pai que corre com o filho no parque, que o ensinaria a jogar futebol e que em tardes de domingo nas quais não tivéssemos nada para fazer, Zayn ensinaria o nosso filho a desenhar. Talvez, se fosse uma menina, ela seria a sua princesinha. Tudo o que ela quisesse o pai superprotetor daria a ela. Ela teria os olhos de Zayn e os cabelos também. Quem sabe ela seria teimosa como eu. Realmente podia enxergar Zayn segurando uma criança nossa. Um pequeno Zayn ou uma pequena princesinha que nos traria toda a felicidade do mundo. Talvez eu aprendesse a amar Zayn como eu amava Liam e seríamos uma boa família.
Mas então a minha mente dava uma volta e eu só conseguia pensar em como Liam também seria um pai incrível. O Daddy Directioner seria o tipo de pai protetor e carinhoso. O tipo que acordaria as crianças no domingo apenas para que elas tomassem café juntos na frente da televisão, assistindo a algum desenho animado. E eu praticamente podia ver todos de pijama, esparramados no sofá, se divertindo. Talvez fosse uma menina. Uma pequena bailarina com um sorriso meigo e fácil como o do pai. Um menino cheio de energia e risonho.
E então tudo o que eu queria era contar os meus devaneios para Louis.
Por várias vezes eu me vi com o celular na mão, querendo ligar para ele, mas apertando o botão para não realizar a chamada. Louis era meu melhor amigo e era justamente por isso que eu não queria mais fazê-lo entrar em toda aquela confusão que estávamos armando.
O meu celular vibrou, em cima do balcão, e com um simples olhar notei que era Louis ligando.
A vontade de atender praticamente me corroeu. Mas me controlei. Não deveria atender. Depois de seis toques, a secretária eletrônica atendeu e eu permiti que a voz alegre de Louis enchesse a minha cozinha:
- Eu sei onde você está! E se você não retornar essa ligação neste exato minuto, eu darei o seu endereço para o Liam ou para o Zayn. O que acha? Você tem dez minutos para retornar essa ligação, (s/n). Beijos, tchau.
Felizmente, eu conhecia Louis bem o suficiente para saber que aquele era um blefe dos bons. Era mais do que óbvio que ele não sabia onde eu estava. Aquela vizinhança era ideal justamente por isso. Aquelas pessoas não davam a mínima pra quem eu era e pareciam não saber nem ao menos quem era One Direction. Certa vez, na cafeteria, uma garota dissera que What Makes You Beautiful era dos Beatles. Sendo assim, era impossível que Louis realmente soubesse onde eu estava.
Sentei-me no sofá com o meu sanduíche e um copo de café com creme de morango, meu novo vício de grávida, enquanto escutava o casal discutir.
Como parte da minha nova diversão diária, gritei para a parede:
- Ei, vocês dois, parem de gritar!
Por alguns segundos nenhum barulho foi ouvido, a não ser o meu mastigar. Mas depois um recomeçou a gritar com o outro, culpando o parceiro por ser um maldito e fazê-lo gritar e perturbar a vizinha. No caso, eu.
Eu fazia isso com freqüência. Achando engraçada a maneira como os gritos dela ecoavam pelo corredor e como os dele reverberavam pelas janelas. Pareciam um bom casal, mas com os seus problemas. Todos os casais tinham seus problemas.
Meu sanduíche já tinha acabado e eu estava assistindo empolgada a nova temporada de X Factor e como eu sempre fazia, torcendo pelo meu favorito como se fosse uma final de copa do mundo.
O som do meu aparelho celular me assustou e eu corri para a cozinha, encontrando-o ainda em cima do balcão. Louis. O nome aparecia no visor e eu me perguntei se iria atender ou não.
Havia se passado dez minutos.
Pensei se deveria atender ou não aquela ligação e, no fim, me decidi por apertar o botão vermelho e colocar mais café com creme de morango em minha caneca, voltando para sala, com o celular no bolso.
Louis só poderia estar blefando. Era bem típico dele. Eu havia perdido as contas de quantas vezes eu caíra nas pegadinhas de Louis. Mas essa não seria uma delas. Eu não acreditava que ele soubesse onde eu estava.
Sentei-me no sofá acompanhando a música do participante da vez, na TV, praticamente gritando a letra de Rockstar do Nickelback que ele nem estava cantando tão bem assim quando o celular tocou de novo.
Paciência nunca havia sido um ponto pelo qual era bem conhecida e por isso coloquei o telefone debaixo do sofá. Ainda que a minha vontade de atendê-lo fosse praticamente dolorosa, eu não devia falar com nenhum deles. As coisas finalmente estavam entrando nos eixos, eu não podia deixar que mais uma das pegadinhas de Louis me deixasse perder o foco.
Um barulho de vidro sendo quebrado ecoou da parede vizinha e eu entendi que as coisas do outro lado estavam ficando mais intensas. Não bastaria muito e os gemidos encheriam o meu apartamento. Era sempre assim com eles: primeiro se matavam, gritavam e se atiravam coisas e depois se resolviam sexualmente. E eu ainda não sabia o que era pior. Se os gritos com xingamentos ou os gritos com gemidos.
Olhei para o relógio e notei que já estava perto da hora da entrega do meu jantar.
Recentemente eu descobrira que sanduíches de carne e queijo não era o suficiente para nutrir a mim e ao meu bebê e que comida tailandesa não me deixava tão enjoada. Por isso fiz um acordo com um restaurante e todos os dias às 20h, eles me enviavam o meu jantar. Pagar o restaurante mensalmente também tinha sido um acordo bem interessante.
Como se tivesse uma conexão direta com o meu estômago, escutei batidas na porta, me levantando apressada para abrir a porta. E daí se eu havia acabado de comer um sanduíche? O meu apetite estava mais voraz nos últimos dias e eu tinha de comer por duas pessoas.
Queria que meu bebê crescesse forte e saudável. Como um dos seus pais.
Droga! Eu não deveria pensar nisso. Apenas imaginar que eu não tinha a mínima idéia de quem poderia ser o pai daquela criança me deixava apavorada e envergonhada. Eu não era o tipo de mulher que dormia na cama de qualquer homem, ainda assim, eu havia traído Liam com Zayn e ainda engravidara de um deles tornando a situação ainda mais complicada.
Minha barriga ainda não estava aparecendo, mas eu desejava que ela crescesse rápido. Eu queria acompanhar cada momento daquela gestação, ver a minha barriga crescer aos poucos, o bebê começar a mexer, meu corpo se modificar, os seios se encherem. Tudo isso.
- Já vai. – anunciei para o entregador do outro lado da porta e peguei o cartão que sempre usava para que ele marcasse que sua entrega havia sido feita.
Abri a porta e a fechei no mesmo momento.
Não era o entregador da comida tailandesa.
Louis não estava blefando.
E agora Liam Payne estava na porta do meu apartamento.
- Abra essa porta, (s/n).
Como eles haviam descoberto? Ah, claro. Eles tinham dinheiro o suficiente para colocar até a Interpol atrás de mim para que pudessem me achar. Não era nem difícil imaginar que eles haviam contratado uma porção de detetives particulares. Os melhores, sem dúvida.
Os gritos continuaram e eu os ignorei. Na televisão, uma nova participante cantava uma música da Adele e eu tentei não cair no choro. Recentemente tudo me levava à uma crise de lágrimas.
- (s/n), por favor, nós precisamos conversar. – ele disse mais perto, provavelmente com a cabeça encostada na porta, como ele costumava fazer quando ficava frustrado, encostando a sua testa na parede, tentando pensar com mais facilidade. – Eu sei que eu não quis ouvir você antes, mas eu mudei de idéia.
- Apenas vá embora, Liam.
Liam pareceu não ouvir ou dar importância para o que eu gritei e continuou:
- Eu sei que você tentou antes, e que eu não deixei que você falasse e me arrependo disso, (s/n). De todo o meu coração. – eu podia realmente ouvir a dor em sua voz. O arrependimento, mas ainda assim eu não abriria a porta – Mas eu estava errado, (s/n). Eu conversei com o Zayn, ele abriu meus olhos e ainda que ele seja apaixonado por você, ele sabe o quanto eu te amo, (s/n), e como temos uma história. Por favor, não jogue isso fora.
Eu não estava jogando nada fora. Eu estava salvando o que tínhamos. Era mais fácil para todos nós sem uma vadia descontrolada fora do caminho. Talvez eu tivesse recaídas. Talvez eu voltasse para Liam e me apaixonasse por Zayn. E ficasse com Zayn e o traísse com Zayn.
Mas essa não era a pior parte de aceitar Liam de volta.
- Eu prometo, (s/n), eu posso te prometer que dessa vez vai ser diferente. Eu aprendi o que fiz de errado da ultima vez e não deixarei que nada seja mais importante que o nosso relacionamento. Eu tive que perder você da maneira mais inconseqüente para poder entender que eu deveria te tratar melhor. Que eu deveria te amar melhor para que outro não tivesse de fazer o que eu não estava fazendo. Se começarmos de novo, (s/n), dessa vez eu serei diferente. Nosso amor vai ser melhor, eu prometo.
Eu poderia voltar. Eu queria voltar.
Uma parte de mim sempre seria de Liam. Era como se dentro de mim, uma grande parte de meu corpo e de minha mente pertencesse apenas a ele. Tudo o que ele fazia ou dizia era o que me movia. Eu era apaixonada por aquele homem e todo aquele tempo afastada dele me deixara péssima e a saudade por pouco não me matara, mas mesmo assim, eu não tinha apenas que pensar em mim.
Apesar de sua acusação na ultima vez que nos víramos, eu não era uma vadia egoísta.
Eu não pensava apenas em mim.
- Liam, por favor, não torne isso mais difícil, vá embora.
- Eu amo você, (s/n).
A cada vez que Liam dizia aquelas palavras era como se meu coração batesse mais forte, bombeando mais sangue para o meu corpo, me fazendo me sentir mais viva. Eu vivia por Liam. Eu era de Liam. Eu o amava desesperadamente e sabia como as coisas seriam se eu voltasse.
Eu não queria piorar nada para ninguém. Eu estava fazendo tudo do jeito certo. Eu acreditava que sim.
- E eu amo você, Liam. Mas, por enquanto, eu não quero mais ver você.
A dor pareceu derreter meu peito. Eu nunca pensara que teria que dizer aquilo para Liam. A minha vontade não era dizer nada daquilo. O que eu realmente queria era correr para os braços dele. Abrir a porta e abraçar Liam até que toda a dor desaparecesse. Rodeá-lo e ouvi-lo assegurar com a sua voz profunda e grave que tudo ficaria bem. Que ele era meu e eu dele e por isso não tínhamos nada a temer.
Mas não podíamos.
Não mais.
- Eu... eu vou respeitar a sua decisão. – eu podia ouvir as lágrimas em sua voz. Saber que eu estava fazendo Liam chorar me partia em duas, em desespero e em dor. Mas eu estava fazendo a coisa certa.
- Obrigada, Liam.
Com uma mão contra o meu ventre e a outra acima da minha cabeça, apoiada contra a porta, assim como a minha testa, deixei que as palavras saíssem de minha boca como um sussurro. Eu não tinha forças para negar o meu coração à Liam em voz alta. Seria uma mentira.
- Eu disse que respeito. Não que entendo ou aceito, (s/n). Isso não acaba aqui. Isso não pode acabar. Nosso amor é grande demais para que eu simplesmente desista.
Esse era o Liam que eu conhecia. Ele era obstinado, fiel. Meu. Mas não podia ser.
Eu não queria machucar Liam ainda mais. Se eu ficasse ao seu lado e o bebê não fosse dele, eu poderia destruir o seu coração. Além de traí-lo com seu melhor amigo, eu ainda engravidara dele. O quão cruel eu poderia ser?
- Me desculpe.
As lágrimas escorreram com força pelo meu rosto, desesperada com a dor que tudo aquilo trazia, esgotada pelas emoções. Antes que eu pudesse me deixar ser abalada completamente, a porta foi aberta e Liam estava ali, na minha frente, me segurando contra os seus braços, tão apertado que eu não pude segurar mais a minha dor, deixando que minhas lágrimas escorressem enlouquecidamente, molhando a sua camisa, mas Liam parecia não se importar.
Ele dava beijos leves e calmos na minha cabeça, sussurrando coisas que eu não podia entender, mas que me faziam melhor, me deixavam mais calma.
Eu sempre achara a calma nos braços de Liam. Ele sempre fora o meu porto seguro e agora eu me perguntava como eu passara tanto tempo longe dele e como eu conseguira sobreviver com o caos na minha mente sem ter os seus abraços para aliviar a minha mente de qualquer pensamento a não ser o quanto eu o amava.
- Vai ficar tudo bem, eu prometo.
Ele não tinha como prometer uma coisa dessas quando ele nem ao menos sabia o que estava acontecendo. Era mais que claro que apesar de haver dado o meu endereço para Liam, Louis não lhe dera maiores informações. Liam não sabia que eu estava grávida, por isso estava ali. Quando ele soubesse de tudo, ele voltaria a me odiar. Eu tinha certeza daquilo.
- Liam, eu preciso que você vá embora. Não torne isso mais difícil, por favor.
Os dedos longos de Liam ergueram o meu queixo até que meus olhos encontraram os seus, escuros e doces, como sempre foram. Eu amava Liam mais do que eu jamais supusera ser capaz e isso acendeu em mim alguma esperança de que as coisas poderiam dar certo ou melhorar.
Mas não podiam. Ainda que ali, na minha frente, me abraçando com toda a sua força, ele não pudesse ter a mínima idéia de que dentro de mim naquele exato momento, uma vida crescia, uma hora a barriga cresceria de vez e não haveriam desculpas ou palavras doces que poderiam consertar isso.
As promessas seriam quebradas.
Sendo assim, eu tinha de fazer o que era certo. E fazer Liam partir era o correto.
Ele entendeu o que eu tinha a dizer sem que eu precisasse pronunciar as palavras. Eu simplesmente me afastei, deixando que as suas mãos caíssem ao lado do corpo, impotentes.
- Eu... eu vou te dar alguns dias. E depois nós iremos conversar, ok?
Eu assenti e Liam julgou que aquilo era o suficiente, erguendo os braços como se fosse me tocar mais uma vez, mas a sua própria consciência o fez abaixá-los e voltar para a porta, fechando a porta depois de me encarar com firmeza, dizendo “eu te amo” sem pronunciar um som, apenas movendo seus lábios perfeitos.
Quando a porta se fechou, eu suspirei e me sentei no sofá, com as suas mãos na cabeça.
O que eu acabara de fazer?
As minhas mãos automaticamente se colocaram em cima do meu ventre e eu percebi que o que quer que eu tivesse feito, momentos atrás, eu havia feito o certo. Para nós dois. Três, no caso.
Aquela criança não precisava de todo um drama justo ao nascer. Ela não precisava lidar com fãs loucas, mídia sem escrúpulos ou o estigma de ser o fruto de uma traição. Liam não precisava ser ainda mais ferido. Zayn não precisaria se ver mais machucado.
Eu estava agindo corretamente. Estava sendo mais sensata do que eu jamais fora em toda a minha vida.
Para o bem de todos.
O programa já havia terminado e uma série que eu odiava havia começado. O entregador estava atrasado, mas eu nem me importei. As emoções ainda não estavam completamente acertadas dentro de mim. E os hormônios em total loucura, faziam a tarefa de aceitar e entender os meus atos, ainda mais difícil.
O barulho abafado do toque do meu celular me fez lembrar que eu o havia colocado, retirando-o debaixo do sofá, notei que haviam mais duas ligações perdidas vindas de Louis Tomlinson. E o motivo de ele estar tocando loucamente era a chegada de uma nova mensagem.
Zayn Malik.
Eu não deveria abrir a mensagem. Apenas apertar o botão para deletá-la, mas o que eu sabia naquele momento? Eu havia acabado de mandar Liam embora da minha casa quando tudo o que eu mais queria era me aninhar em seus braços e ficar daquela forma até que tudo voltasse a ser como era antes. O que eu poderia saber sobre decisões acertadas?
Abri a mensagem e ela era simples.
Mas tão direta e objetiva que meu coração deu um pulo em meu peito, me fazendo engolir em seco, Um gosto acre e estranho inundou a minha boca num misto de pânico e todos os outros sentimentos de desespero.
Deixei o celular cair e corri para o banheiro, vomitando todas as refeições do dia.
Quando eu não conseguia colocar mais nada para fora, eu lavei a boca e o rosto e me encarei no espelho.
E tudo o que eu podia dizer para mim mesma era: “E agora, (s/n)?” enquanto os meus pensamentos voltavam para a mensagem.
“Você está com algo que me pertence. Meu filho. Nos vemos na quarta. Z.”
Oh, Céus, o que eu iria fazer agora?

Oque será que vai acontecer no encontro deles?? Será que ela vai? #Rafa

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

"Inside your mind " 5 capítulo A viajem


Rafa on :
Estava deitava na minha cama torcendo pela resposta da minha mãe.
-Rafaaaaa ?
-Oiii 
-Aonde você tááá ?
-No meu quartooo !!

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-Filha sobre a sua viajem, eu quero saber se suas amigas vão.
-Todas vão mãe
-Você quer muito ir ?
-Sim
-Então, você vai ter que prometer que vai...
-AAAAAAAAAAAAAhhh mãe, eu juro que eu vou melhorar com você mãe, juroooo!!
-KKK Então tá, você pode ir!
-Ohhh muito obrigada mãe, muito mesmo.


Logo eu dei a noticia pro Niall, fiz minhas malas e fui no dia seguinte.
Foram dias ótimos todos nós juntos, eu, ele e nossos amigos iriamos passar 10 dias lá, e no quinto dia:

-Boa noite, onde tava ? disse uma amigah minha
-Boa noite, tava no shopping com a vih
-Atah, você vai com a gente jantar ?
-Não, vou sair com o Niall.
-Hm okay!
Rafa on:
Niall tinha chegado lá na casa onde eu tava e eu ainda não estava pronta, fiz ele esperar mais 20 minutos para podermos sair, ele vendou meus olhos e me deu um buque de flores...
-Chegamos...
-Hmm, onde ?
-É surpresa já disse.
-Okay

Ele só tirou a fita quando estávamos a  324 metros do chão...
-Omg
-Gostou ?
-Se eu gostei, eu ameiiii !!
-Que bom.
Nós tivemos um jantar super romântico com flores, música ao vivo, chocolates...
-Rafa?
-Oi
-Promete uma coisa pra mim ?
-O que ?
-Que você vai ficar sempre comigo ?
-Prometo...
Niall tira uma caixinha do bolso abre e me dá, eu pego 2 anéis dourados, com os nossos nomes gravados neles... Eu não tive resposta, não conseguia dizer nada... Uma lágrima de alegria escorreu pelo meu rosto.
-Hey o que foi rafa ?
-Eu te amo
Eu o beijei desesperadamente, nós saímos de lá e fomos pra casa onde eu estava, fomos pela porta dos fundos...
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Dia seguinte :
Rafa on :
Eu não me lembro de mais nada daquela noite, só me lembro de....

Próximo capítulo... 





"Be strong " As coisas mudam

Próximo Capítulo...

-Nossa, belo quarto...
- como você entrou aqui ?
- Sua mãe me deixou entar
-Vou me trocar...
-Pode se trocar aqui, não tem problema...
-Aff...

Verifiquei 2 vezes a porta se estava trancada, antes de me despir... Quando abrir a por não vi Braiam...
- Braiam ?
Ele ria muito alto...
- Eu gosto disso da aqui..Rapidamente fui até ele e tirei a calcinha de renda de suas garras, e pus em uma gaveta
- Qual o seu problema ?
- Hmm, gostar tanto de você...
- aff
-Você está linda!
- Sério ?
-Não,kkkk
- estou o que então ?
-Gostosa
- Aff, você é rídiculo
-Eu sei
- Hmmm!!!
-Vamos ?
-Sim
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Depois da aula:

Eu estava voltando sozinha, minha frequencia cardiaca aumentou quando eu olhei para trás, Braiam estava atrás de mim
-´Precisa de carona ?
-Sua, não
- Vamos logo
Ele foi muito cavalhiero novamente, abriu a porta pra mim, segurando minha mão e depois beijando a mesma, 
depois fechou a porta e entrou no carro...
- Eu te assusto ?
Eu não queria admitir pra ele que sim, mas com meu silencio ficou claro pra ele que sim.
-Não se preocupe ju, eu só quero ser seu amigo...
- Porque haje assim ?
-Tá com fome ju ?
-Tô
-Ótimo, vamos comer ali 
Lanchonete:
- o que foi ?
- Nada!
-Você não para de olhar para mim, é estranho
-Você é linda
-Você é bobo
-Vamos ?
-Sim
Braiam fez a mesma coisa me surpreendendo cada vez mais...
- Vamos para um lugar especial hoje
- Não, tá louco, me leva pra casa
- Não adianta mais
Passaram- se 1 semana,eu já não voltava pra casa, os primiero dias foram
péssimos, minha raiva só estava aumentando, mas ao mesmo tempo eu o desejava
eu estava ficando cada dia mas próxima dele...
-Tenho que te levar pra casa ju
- Eba!!

Saimos do carro já em casa, minha respiração falhou com a sensação de seus braços agarrando minha cintura por trás...
Apertei sua mão, quando seus outros dedos escovaram meu cabelo para o lado, seus lábios conectando com a minha pele 
logo abaixo do meu ouvido, ele chupou levemente, em seguida mordiscando minha orelha... 
-B-Braiam gaguejei calmamente.
Ele se afastou, pegando minha mão e me levando para dentro da minha casa...

Meu Quarto :


-Ju
- Que ?
- Vmaos sair hoje ?
- tá, pra onde ?
- tem uma boate que eu vou, vou te levar lá
- OKay

Mais tarde...

Braiam colocou seu braço em volta dos meus ombros, me puxando para mais perto do seu corpo.
Estava escuro lá fora, a rua mal iluminada pelas luzes que estavam nos postes, quando nos
afastávamos do carro, era estranho, tanto quando Braiam me assustava eu me sentia segura 
com ele.Pode ter sido o fato de que eu sabia que ninguém compraria uma briga com ele.
-Você faz isso com todas as garotas ?
Ele olhou para baixo para me encarar
- O que você quis dizer com isso ? ele questionou
Desviei meu olhar para o chão enquanto continuamos caminhando.
-Assustálas para ficar com você 
- Então quer dizer que eu te assusto?
-Você é única para mim.
O vento soprou levando meu cabelo para trás, tremi um pouco com a brisa que tocou meu 
pescoço e peito descoberto.Braiam me puxou para mais perto quando percebeu...
- sua mãe me disse que não voltaria hoje, você pode ficar na minha casa...
- O que ? Não, vou para casa 
Seu braço caiu do ombro antes dele pegar meu antebraço firmemente com sua mão grande.
-Eu quero que você fique na minha
- Ficarei bem por conta própria
Braiam deixou para lá...

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Tive a imprenssão que Braiam conhecia o segurança da boate, eles apertaram as mãos.
Braiam me puxou para o meio da multidão, me levando depois para uma mesa onde tinham
uns garotos e umas garotas...

- Oi eu sou pedro, ele disse se sentando do meu lado

-ju
-Então você é a garota do Braiam agora
Eu virei minha cabeça para Pedro, seu sorriso me colocou a beira. Ele tentou deslizar
discretamente para perto de mim, um movimento que eu estava muito ciente, Seu joelho roçou no meu.
-Não, balancei a cabeça, eu naõ quero pertencer a ninguém.
Tentei urgentemente achar Braiam na enorme multidão na nossa frente.Um suspiro saiu dos meus lábios 
quando uma mão tocou minha coxa.Olhei para baixo, as pontas dos dedos de pedro apertaram minha
perna de deslizar para cima.
-Isso torna as coisas mais fáceis então, ele sorriu

Arranquei seus dedos do meu corpo tentando deslizar  para longe dele, mas ele agarrou meu pulso.
Fui carregada da mesa e arrastada para um corredor mal iluminado.


-Me larga, lutei contra seu aperto.
- Braiam estava certo, você é mal-humorada.
Eu gritei enquanto ele me puxava pela porta dos fundos...Ele me pegou no colo enquanto eu entrava em pânico.
-Fique firme, ele disse grosseiramnete.

Cravei minhas unhas em seus braços, e meus calcanhares no chão quando ele tentou nos afastar do edifício
pelo portão lateral, o som da música ia diminuindo

-BRAIAM !! eu gritei
-BRAIAM!!
-ALGUÉM ME AJUDA!! 
- SOCORRO !!!!

Uma mão quente e suada tapou minha boca.
-Cala a boca

Eu sei que não era de muita escolha, mas eu escolheria Braiam a Pedro a qualquer hora.Mesmo que Braiam
me assuatasse eu esperava que ele fosse me ajudar se eu estivesse em apuros.

Choraminguei quando as pontas de seus dedos pressionaram meus quadris.

- O que você está fazendo ?
-Relaxa aí Braiam, só tendo um pouco de diversão
- Ela é minha, só eu toco nela.

Braiam empurrou Pedro para parede, eu rapidamente fui para trás de seu corpo, me escondendo de Pedro.
-Entre ju
-mas...
-Agora!!

Eu fiquei um pouco atrás para ver que ia acontecer...
-Qual é Braiam, só estava brincando certo ju ?
-ju ?
-Cadê ela braiam ? Você está protegendo a porque ?
 Eles iam se afastando, as vozes iam ficando dificeis de ouvir
mas logo entendi o que estava acontecendo quando o punho de Braiam
bateu no rorsto de pedro. ele ia caindo para trás até ir para o chão.
Braiam não parava ele ia mata-lo, Pedro gritando de dor e implorando 
para Braiam parar.
-Braiam, Braiam, pare !
Seu braço recuou para acertar outro soco, minhas mãos envolveram o músculo
de Braiam.
-Você vai matá-lo ! gritei
Fui forçada a soltar o braço de braiam quando seu punho estava novamente acertando o rosto de Pedro, ematomas, cortes, 
sangue eu fiquei desesperada, ia testemunhar um assasinato... Eu não gostava de Pedro, mas também não queria ve-lo morto
pelo meu "amigo" quase namorado  assustador que eu teria que obedecer por um longo tempo.
-Eu vou com você gritei !
Braiam se virou para trás.
-Eu vou com você se parar !
Braiam se levantou na mesma hora e deixou Pedro gemendo de dor no chão, eu olhava para trás assustada mas ao mesmo tempo
aliviada.

Caminhamos ao longo do corredor onde os banheiros ficavam.Não importava quanto o Braiam me assustava, ele ainda veio em
meu socorro, mesmo que isso acabasse com ele batendo em alguém até a morte. Eu me virei, Braiam se virou me olhando.
-Ju vam...

Ele não pode terminar a frase já que eu tinha forçado seu corpo para a parede.Braiam pareceu chocado por um segundo 
quando coloquei minhas mãos em seus ombros. Hesitantemente me inclinei para cima.Respiração quente vacilou para meu 
rosto quando meus lábios momentaneamente roçaram os dele.
Meus cílios vibraram com a sensação. Afastei-me um pouco para trás, eu não conseguia ler sua expressão.
Eu lentamente inclinei novamente em sua direção, esperando.
Mãos grandes foram colocadas em meus quadris quando seu rosto chegou mais perto.Seu nariz cautolosamente deslizando 
sobre o meu, testando se eu ia me afastar.
Não me afastei.Os lábios cheios do Braiam suavemente pressionaram os  meus.Eles estavam suaves comparados com os 
beijos de antes, estava começando a melhorar.
-Ju ele resmungou
- Mmmm
Meus olhos fecharam quando me afastei saboreando a sensação.
-Nós precisamos ir.

-Braiam ?
Ele não me respondeu, minha visão desviou para onde ele estava olhando atentamente, meus olhos pisacram 
tentando ver o interior do veiculo que foi curiosamente estacionado na frente do carro de Braiam. A batida do 
meu coração pareceu crescer quando eu reconheci os dois caras sentados no banco da frente.Eram amigos de 
Pedro. Eles estavam esperando Braiam voltar para o carro ?

Próximo capítulo...

Nós-- Cap.5


As luzes estavam todas apagadas. Aquele apartamento nunca estivera tão escuro. 
Era estranho estar ali, sem ver certos detalhes que, uma vez, eu contaria como certos. 
Uma foto nossa em cima da lareira, meus inúmeros livros na estante, um enfeite, uma peça de roupa perdida em uma cadeira. Mas agora, nada disso estava ali. 
Era como se Liam tivesse tirado todos os vestígios que poderiam conectar aquele lugar a mim e não fizera nenhum esforço para colocar outras coisas no lugar, deixando apenas os vazios.
E aquilo pareceu doer ainda mais, dentro de mim.
Garrafas de bebidas estavam por todos os lados, mostrando que os rumores que eu havia lido nos tablóides sobre Liam estar bebendo mais do que o recomendável, quase se tornando um alcoólatra, eram mais do que rumores.
O som do chuveiro atraiu a minha atenção, fazendo-me ficar estática. Liam estava ali.
Quando o taxi parou no prédio ao lado do de Liam, para que eu usasse a saída de incêndio que ligava um prédio ao outro, podendo entrar no apartamento de Liam sem ser atacada por um verdadeiro exercito de paparazzi que estavam acampando na portaria, a única coisa que eu pensei era que estava fazendo a coisa certa ao ir confrontar Liam.
Mas ali, no meio do corredor, a praticamente seis passos de distancia do homem da minha vida, eu não sabia o que fazer.
Ele havia passado um mês ignorando as minhas mensagens. E não sem razão. Eu havia traído a ele com o seu melhor amigo. Eu não tirava em nada a sua razão.
E agora que as coisas estavam mais complicadas, eu simplesmente não sabia o que fazer. A informação era nova e assustadora para mim. Surpreendente. Mas ainda não bem-vinda.
Como seria? Eu não tinha certeza se estava mesmo grávida. Um teste de farmácia positivo não comprovava muita coisa. Além disso, as situações já estavam tensas sem eu jogar essa bomba entre Zayn e Liam e dizer que não sabia quem era o pai da criança.
Minha cabeça era um emaranhado de pensamentos embolados entre eles e ao redor deles. Eu não sabia por onde começar a falar com Liam. Na verdade, eu não sabia nem sequer se realmente deveria estar ali.
Liam estava no banho. Se eu fosse embora, ele nunca saberia que eu estivera ali. E era mesmo hora de seguir em frente. Começar de novo, em outro lugar, longe de onde as pessoas saberiam quem era One Direction.
O que seria em uma caverna no meio da Groelândia. Todos conheciam One Direction.
E prova disso era a portaria daquele prédio rodeada de fotógrafos e jornalistas esperando por um simples flash para que pudessem lançar manchetes sobre o porquê do simples término do namoro de um dos integrantes da banda.
Minha mente ainda não havia se decidido se eu deveria ir ou ficar e então a porta do banheiro se abriu.
Ali estava ele. Seu cabelo curto estava molhado e as gotas de água escorriam por todo o seu corpo. Ele não havia se dado ao trabalho de se secar. As gotas escorriam livremente desde a sua cabeça e, por mais que eu tivesse tentado, não pude controlar o meu olhar, que acompanhou uma delas até que ela desapareceu na virilha de Liam.
Ele não se dera ao trabalho nem sequer de se enrolar em uma toalha.
Assim, os pensamentos ficaram ainda mais tumultuados e além disso, tinham de lidar com o meu corpo, agora queimando de desejo.
Minha respiração ficara terrivelmente ofegante. Meus lábios estavam secos e eu não conseguia tirar os meus olhos da virilha dele.
Eu não deveria comparar Liam com Zayn. Mas não evitei. Meu corpo estava doloridamente ardente. Mas não me movi.
Um passo e as coisas poderiam ficar ainda mais caóticas do que já estavam.
Liam coçou a cabeça, espirrando água em mim, sem querer. Ele parecia tão devastado quanto eu. Seus olhos estavam inchados e cheios de olheiras, seu rosto pálido e visivelmente mais magro.
E era tudo culpa minha.
- Eu bebi demais de novo, não é? – ele resmungou para si mesmo, enquanto continuava passando as mãos molhadas no rosto, também molhado. – Eu continuo vendo (s/n) em todos os lugares e isso é tão...
- Frustrante. – tentei quando ele não achou nenhuma palavra.
O fato de eu completar seu pensamento lhe fez notar que eu não era uma miragem ou alucinação. Eu estava realmente à sua frente, disposta a aceitar qualquer coisa que ele me desse. Qualquer sentimento. Fosse ele bom ou ruim. Eu estava ali. - Sim. Frustrante. – ele deu dois passos para frente, até me encurralar contra a parede, nu e pingando água no carpete do corredor, mas não se importando com isso. – Frustrante como perceber que você foi um estúpido e cometeu erros que você nem tinha idéia que cometia. Frustrante como perder alguém para outra pessoa porque você não soube enxergar os sinais que indicavam que aquilo não era mais como era antigamente. Frustrante como ter você aqui e desejar desesperadamente me vingar pelo que você me fez passar, mas só conseguir pensar em mil e uma maneiras de foder você.
- Liam... – o resto da frase morreu nos meus lábios enquanto Liam me prensava contra a parede. Entre o frio da parede e o calor do seu corpo, não tive escolhas em que me apoiar. Liam estava molhado e por isso as gotas de água que ainda cobriam o seu corpo deslizaram pelas minhas palmas, me deixando ainda mais quente do que eu já estava. Liam era meu por alguns instantes e eu daria tudo de mim para aproveitar aquilo da melhor maneira que eu pudesse.
- Sabe o quanto é frustrante não querer te beijar, pra não te fazer pensar que eu te quero de volta, mas tendo todo o meu corpo ardendo e querendo te beijar mais do que tudo nesse mundo?
Eu tinha uma leve idéia. Eu queria beijá-lo tanto, tanto, que eu não conseguia mais nem ter pensamentos racionais.
Tentei organizar a minha mente ainda que o corpo dele estivesse colado ao meu e seus olhos estivessem nos meus, as suas orbes castanhas me encaravam como se tentassem desvendar o que havia dentro de mim, mas não querendo ir longe demais.
Eu sabia. Se fossemos além daquilo, as coisas ficariam ainda mais complicadas.
- Só um beijo, (s/n) . Um beijo não vai matar ninguém, vai?
Acreditei em suas palavras e ergui a minha cabeça, deixando meus lábios no nível dos seus. A cabeça dele abaixou, fazendo com que nossas bocas se roçassem com cuidado, aquele era Liam. Sem pressa, sem pressão. Apenas um leve roçar que ele logo findou, indo para longe de mim e me encarando com um sorriso maligno que não tinha nada a ver com o Liam que eu conhecera e me apaixonara.
Um sorriso que lembrava o Liam que havia me fodido numa escada de emergência e fora embora, me excluindo de vez de sua vida. Um Liam que eu não gostava. Mas que me atraia malditamente.
- Seus lábios ainda tem gosto de Zayn. – ele disse, cruel. Mas não se afastou demais, ele deixou sua boca descer pelo meu pescoço, quente, despertando ainda mais sensações que eu não conhecia, mas estava ansiosa por experimentar todas elas se mais. Era Liam, afinal, e eu precisava dele para me manter sã. Da forma que fosse. – Eu não serei gentil, (s/n) . Não sei mais ser gentil com você. Eu te toco, te sinto e me lembro que não fui o único a fazê-lo, me lembro que Zayn está louco por você e que ele poderá te ter, se quiser.
Não. Zayn não poderia me ter se ele quisesse porque eu não o queria. Eu queria apenas Liam. Dizer que eu sentia muito não havia sido o suficiente. Mostrar com o meu corpo como ele apenas se despertava quando tinha as mãos de Liam nele era uma forma de deixá-lo saber?
Segurei-me nos seus ombros e puxei a sua cabeça ate que nossos lábios se juntassem mais uma vez em um beijo intenso e longo no qual eu me aproveitei para acariciar o seu corpo com as pontas dos meus dedos, sentindo a pele úmida e descendo, indo para o seu peito, passando minhas mãos na sua barriga bem definida e descendo.
- Dessa vez, será a última, (s/n) . Sem ligações, sem desculpas. Nada mais. Depois que sair desse apartamento, eu quero que nunca mais apareça. Não quero te ver mais com o Louis, com o Zayn ou com qualquer outro. Não arruíne as vidas deles como fez com a minha.
Ele segurava o meu cabelo com força e eu tentei me desvencilhar. Quem aquele homem pensava que era? Louis era meu melhor amigo e... E então a verdade havia me atacado completamente. Eu passara um mês na casa de Louis, o obrigando a me esconder, fazendo com que ele tomasse parte em um grande dilema do qual ele nem deveria ter conhecimento, forçando-o a ficar entre seus dois melhores amigos. E aí havia Zayn. Deus, eu não sabia como, mas eu havia feito um dos homens mais desejados do mundo se apaixonar por mim e estava tornando tudo ainda mais difícil desde que eu fizera a sua paixão deixar de ser platônica e se tornar na bagunça que estávamos vivendo.
Se Liam me chamasse de vadia egoísta, ele estaria completamente certo.
- Me desculpe por aparecer aqui, eu... eu estava mesmo de partida. – disse com a voz mais grossa, enquanto tentava segurar as lágrimas. Não daria a Liam o gosto de me ver chorar. Não mais. – Eu vim me despedir, apenas.
- E para onde você vai?
Aquele era o Liam que eu conhecia falando. Não o magoado e raivoso Liam que estava me pedindo para me afastar de tudo o que eu conhecia. A preocupação em sua voz era palpável, mas não quis levá-la à frente. Não valeria de nada.
- Não importa, não é? – um sorriso triste nasceu nos meus lábios. – Eu realmente sinto muito por tudo o que aconteceu, Liam. E realmente desejo que tudo tivesse sido diferente, mas é um pouco tarde para isso agora, não é?
Liam assentiu e seus olhos brilharam de um jeito estranho. Os dois Liams pareciam discutir internamente, se decidindo qual era a melhor maneira de se despedir de mim e eu não esperei para saber qual deles venceria.
Talvez eu ainda conseguisse pegar um vôo naquela mesma tarde.
Avancei pelo corredor e um sentimento de dor assolou o meu peito quando cheguei até a porta da frente sem ser seguida. Algo dentro de mim esperava que o meu Liam, o gentil e doce, vencesse aquela disputa e viesse se despedir. Respirei fundo, as lágrimas finalmente haviam vencido o meu controle e correram pelo meu rosto, livremente e abri a porta, dando adeus para aquele apartamento, dessa vez sabendo que era definitivo.
- Eu ainda não disse “Adeus”, (s/n) .
Liam apareceu atrás de mim, do nada, e não esperou que eu tivesse qualquer tipo de reação antes de me beijar novamente, dessa vez sendo o Liam que eu amava.
Permitindo que eu envolvesse meus braços ao redor do seu pescoço e o beijasse com todo o meu ardor, as suas mãos seguravam a minha cintura com calma, firmes, mas sem dor, sem pressão.
As minhas mãos procuraram as dele e eu as apertei enquanto ele me encarava. Liam fechou seus olhos e colou a sua testa na minha, respirando com força, seu coração tão acelerado quanto o meu.
- Não posso te dizer adeus.
.Coloquei as suas duas mãos em cima do meu ventre e eu sabia que ele não entenderia o propósito do meu gesto, ainda assim, ele acariciou a minha barriga com os seus polegares, calmo, paciente. Como ele costumava ser.
Mas eu sabia que não havia como voltar ao passado, como restaurar tudo e começar do ponto de onde havíamos parado. Havia uma vida dentro de mim e eu nem sabia de quem era aquela criança. Como eu poderia recomeçar do ponto onde tudo ruíra?
- Se formos além disso, poderemos nos arrepender. Deixe-me ir embora, Liam.
As mãos dele ainda tinham as minhas apertadas contra as dele. Seus olhos ainda estavam fechados, sua testa na minha e seu corpo nu bem diante de mim.
- Não há como se arrepender de algo tão bom, há, (s/n) ?
- Você me odeia, Liam. Podemos tentar de novo, fazer tudo dar certo, mas isso sempre vai ficar entre nós e você estava certo. Eu preciso sair da vida de vocês antes que isso saia do controle.
Mais do que já saiu. Completei meus pensamentos e ele encarou-me. Seus olhos castanhos eram capazes de me fazer esquecer tudo o que eu estava pensando, mas eu não podia deixar que as coisas passassem daquele ponto.
Eu não tinha um solo firme para onde partir dali e isso estava me deixando maluca.
- Eu sinto muito, Liam.
Andei para a porta ainda sentindo as mão de Liam se desprender da minha aos poucos até eu ficar do lado de fora do apartamento, vendo-o na glória de sua nudez, com seus olhos castanhos brilhando mais do que o normal. Talvez fossem lágrimas, mas eu nunca saberia, afinal, eu fechei a porta e entrei no elevador,
E ali eu deixei que toda a minha dor fosse testemunhada pelos espelhos que refletiam uma (s/n) descabelada e ofegante, chorosa e perdida.
Mas eu tinha de me colocar no lugar. Eu tinha uma criança dentro de mim agora, alguém que precisaria de mim, a quem eu deveria cuidar e proteger.
E isso faria com que tudo ficasse bem.
Ou pelo menos era o que eu acreditava. 


E agora?? Será que Liam vai atras dela?? Só no proximo capitulo!! #Rafa

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

"Be strong " 2 capítulo

No dia seguinte Próximmo capítulo 


Acordei e desci, ao ver minha mãe tapei a marca do meu pescoço com o cabelo
- Ju, olha quem está aqui
- Oi ju
- Oi braiam
- ele disse que era seu amigo, então o deixei entrar
- mãe posso  falar com você um estante ?
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- pq deixou ele entrar ? ele pode ser um assasino !!
- para de bobeira, ele é um amor de pessoa
  
Minha mãe se afastou me deixando muito irritada
- Vem ju, eu fiz café...
Minha mãe já estava na cozinha quando eu fui, braiam sentou- se ao meu lado, me fazendo ficar cada vez com mais medo....
-Nossa, como ficou bem em você, minha marca !
revirei meus olhos...
- Porque você está fazendo isso comigo ?
-Eu só queria te ver, nada mais
-Hm
Braiam colocou sua mão em meu joelho o que me assustava, ele passou pela minha coxa, se virou e disse já com um tom de voz 
diferente:
- Eu vou te levar pra sair hoje
- E porque não me ligou ?
- Porque eu sei que você iria dizer não
-Que ótimo ju, ela adoraria baraiam
- Te pego as 19h, tenho que ir...
- ju, vá leva-lo na porta...

Minha raiva só aumentava, mas uma oportunidade para eu ficar sozinha com o Braiam....

A porta da cozinha se fechou, eu estava sozinha com Braiam no corredor, ele não  perdeu tempo e me prensou na parede,logo
em seguida ele sorriu quando percebeu que eu tentava me soltar... Mas ele era muito forte....

- Não faça isso, eu implorei...
Braiam inginorou meu pedido, suas mãos deslizavam sobre minha bochecha, meu cabelo foi jogado para trás de meu ombro, eu 
relaxei quando ele pressionou seus lábios quentes sobre a marca, e teve o cuidado se não fazer força, dando vários beijos em
seguida....
E saiu sem dizer nada, verdadeiramente, ele era um mistério...

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Me arrumei, fui pra escola, voltei e fiquei de bobeira...

18h e 30m :

- ju ?
- entra...
- porque ainda está assim, o braiam já vai chegar ?

Minha mãe abriu meu armário e começou a procurar algo..
- Mãe, eu posso fazer isso..
- então vai logo, se não eu faço...
- tá...

Minha mãe saiu do quarto, a cada minuto eu me apavorava cada vez mais, só de pensar que teria que ficar ao lado de Braiam nas
próximas horas...

SMS Braiam:
-Já estou indo te pegar, vista algo sexy, B x !!

Fui no meu armário e peguei uma blusa que eu estava mais bonita do que sexy.. Peguei uma calça e uma bota sem salto...
Terminei de me arrumar e desci, quando desci Braiam já estava lá...

- Olá linda, está perfeita...
- Vamos logo!
- Claro...

Braiam abriu a porta do carro para mim me surpreendendo, não sabia que ele era um cavalheiro. Depois correu em volta do carro
e entrou, seu carro era lindo e muito arrumado para um menino...
Ao dirigir ele colocava a mão cada vez mais pra cima, primeiro no meu joelho e depois ia subindo até o final da minha
coxa, o que me fez impedir que chegasse a minha vírilia...
- Pare..
-Está bem, mas já estamos chegando...

Quando chegamos Braiam abriu a porta  pra mim e me mostrou que estávamos em uma praia, tinha uma ponte, que parava no 
meio do mar, nos sentamos em um restaurante ali em frente,

-Não estou com fome...
- Ou você escolhe, ou eu...
- Não precisa...
- Eu faço questão de me sentar ao seu lado...
Quando ele terminou de ajeitar sua cadeira, fez o mesmo trajeto em minha perna, que tinha feito no carro, me fazendo o 
impedir,mais uma vez.
- Preciso fazer xixi
- Não demore...

Eu já estava entrando em pânico no banheiro até uma moça entara e...
- Você que é a ju ?
- Sim, porque ?
- Seu namorado, pediu para eu ficar de olho em você
-ele não é meu namorado...
- vou dizer que você não estava, e você sai por essa janela aí
- Obrigada...

Quando desci os olhos de Braiam me encaravam bravemente....Eu corri o mais rápido que pude, e ele atrás de mim, eu corria,
e corria, corria cada vez mais.
-Ju!
Eu não me virei pra trás, a areia ia me cansando, minhas pernas doiam cada vez mais... Cheguei no final da ponte..
- Aonde você pensa que vai meu amor ?
Eu fiz tanta força na grade, que acabei caindo na água gelada, eu estava aliviada até ouvir um splash do meu lado..Eu estava
afundando cada vez mais, meus braços e pernas lutavam para chegar a superficie, até que suas mãos grandes agarraram na minha
cinturae me puxou para superficie...Eu tentava empurra-lo para longe, mas foi sem resposta... eu estava congelando aos poucos
e afundando novamente 
- Segure-se em mim, ele sussurrou carinhosamente
- não precisa
Ele pegou meu braço e colocou em volta de seu pescoço, me ajudando, depois empurrou minha cintura para fora da água e logo 
em seguida saiu, eu me impressionei com sua força, ele era mais forte do que eu imaginava...
Quando nós iamos nos levantando, eu tropecei em seu blaezer e cai por cima de Braiam
- Hm eu gosto de meninas por cima...Ele me girou e ficou por cima de mim...
-Mas eu prefiro ficar acima delas...
Eu não conseguia parar de olhar em seus olhos, eles eram viciantes...
Seus lábios quentes pressionaram os meus, ele não precisou me incentivar, eu correspondi ao beijo, ao nosso primeiro beijo
Um dos melhores beijos da minha vida, da pessoa que eu tanto odiava...

Braiam se levantou e me ajudou também, eu não tinha nem palavras, não sabia o que dizer...

- Bom, vamos?
-Eu estou com frio Braiam...
- tudo bem, tira sua blusa e veste meu casaco...
-Mas...
- Eu já te vi, lembra ? Você deixou as cortinas abertas...
Quando ele tirava, eu não pude deixar de reparar seu abdome definido...
- toma, vista !
-Braiam ?
- O que ?
- Obrigada
- Tudo bem...

Ao longo da viajem de volta para casa...

- Quantos anos você tem Braiam ?
- 22 e você?
- 21

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Paramos do lado de fora da minha casa, já estava escuro, com exeção dos postes...
Braiam me prensou contra a porta, pressionanso firmemente sues lábios macios
nos meus, Uma mão segurou meus quadris nos dele e a outra foi para trás do meu 
pescoço, eu não tinha mais forças, eu desejava aquele beijo, mas fracamente 
coloquei minhas mãos em seu peito, Braiam se afastou, seus olhos verdes olhando pra mim enquanto limpava minha boca
- te vejo amanhã Ju
- Tchau

Próximo Capítulo...