Oii gente,
Me desculpa por eu demorar tanto para postar agora, é que eu não tenho muito tempo agora que as aulas começaram, e também tem uma coisas que estão me deixando triste, aí eu não consigo ideias pra escrever kkkkkkk.
As vezes eu acho bobeira, as amizades que me ferem e tal...mas eu não sei como fazer, tenho alguns medos, e isso me deixa insegura, mas vou fazer de td para não ficar mais assim. Eu poderia ter alguém mais que meus posteres pra conversar né,kkkkk
Bom, mas eu tentar escrever o inside your mind proximo capítulo.
Malikisses Esther*
Batom vermelho
domingo, 3 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
Nós-- Cap.9

O som me era tão familiar que eu nem sequer me levantei da cama para apurar o que estava acontecendo. Era tão natural ouvir os vizinhos brigando que eu nem me importava mais.
Mesmo com o sol ainda começando a despontar no horizonte, eles já haviam começado mais uma discussão. Normal. Eu já estava começando a ficar habituada com aquilo.
Noite passada eu dera um mínimo de troco com Liam.
E de repente foi como se os gritos finalmente ficassem claros para mim.
Eles estavam abafados não porque haviam uma parede me separando deles, e sim porque as duas pessoas que gritavam uma com a outra estavam tentando fazer o mínimo de ruído possível mas o ódio não permitia.
Não eram os meus vizinhos que gritavam um com o outro. Eram Zayn e Liam.
Enrolei meu corpo ainda nu em um lençol que arranquei às pressas da cama e corri para perto da porta de acesso à sala, onde os dois membros do One Direction estavam parados, se encarando, no momento, prontos para partir para agressão física se fosse necessário.
- Eu avisei, Zayn. Fique longe dela.
- Se você se importasse mesmo, Payne, ela não teria me procurado da primeira vez. E ela não teria se deixado seduzir da segunda.
O silencio reinou novamente na sala e eu estiquei o pescoço, tentando ver o que estava acontecendo. Liam estava a centímetros de Zayn e eu podia sentia a tensão no ar de uma forma palpável.
- Ela vai ficar comigo. Não importa o que você tente. Ela me ama.
- Por que não deixa que ela mesmo responda se isso é verdade ou não? – Zayn propôs com um sorriso totalmente maldoso. – Sexo e um bichinho de pelúcia não vão ser o suficiente para mantê-la ao seu lado.
- Você não sabe... – Liam ia gritar, mas voltou atrás, sussurrando ameaçadoramente para não me acordar, sem saber que eu já estava acordada e ouvia tudo o que eles diziam. – não sabe o que está falando.
- Não? Liam, você deu mais importância para qualquer coisa que não fosse (s/n) e ela esteve ali, tentando ter a sua atenção. Tentando te mostrar que ela te amava e que precisava de um pouco mais de tempo com você.
- O filho é meu, Zayn. Não tem nada para você aqui.
- Será? – as sobrancelhas de Zayn se ergueram, dando ainda mais sarcasmo às suas palavras. Eu estava com medo de que eles pudessem se tornar físicos e entrarem numa real briga de socos, por isso saí do meu esconderijo e adentrei a sala, fazendo os dois homens pararem de se encarar e se voltarem para mim, nervosos.
- (s/n)... – os dois disseram ao mesmo tempo e eu ergui a mão, impedindo que qualquer um dos dois continuasse o que quer que tivessem a dizer.
- O que você está fazendo aqui, Zayn? – perguntei, me virando primeiro ao moreno à minha esquerda que estava me encarando com delicadeza.
- Passei para verificar se estava tudo bem com você e o bebê. Saber se precisavam de alguma coisa.
Sorri genuinamente. Zayn estava levando à sério a tarefa de ser um bom pai, mas havia Liam e outros diversos poréns naquela situação.
- E você, Liam? – foi a vez de me virar para a direita, vendo o sorriso convencido no rosto dele ao confessar que ainda não havia voltado para casa, da noite anterior, sentindo um prazer pessoal quando viu a careta que Zayn fez ao saber da informação.
- Com ciúmes, Malik?
- Não se garantiu com palavras e teve que usar outros métodos de persuasão? Eu esperava mais de você, Payne.
Os dois voltaram a se encarar com poucos centímetros de distância entre eles e somente depois que eu pigarreei, ele se afastaram, tomando alguns passos de distancia um do outro, mas deixando bem claro que estavam prontos para a ação física, se fosse necessário.
Droga, não era assim que deveria ser.
Por que as coisas tinham de ser tão mais complicadas para mim?
- Eu odeio que isso esteja acontecendo. Sinto muito aos dois. Eu não queria destruir a amizade de vocês e nem colocar nenhum de nós três nessa situação. Mas aconteceu e infelizmente precisamos dar um jeito.
- Sim, você vêm morar comigo e está tudo resolvido.
Liam avançou com os punhos para cima, pronto para certá-los na face de Zayn e eu não esperei nem um segundo sequer para entrar em sua frente, impedindo que ele concluísse o que tinha em mente.
- Não tem nada resolvido aqui. De lado nenhum. – eu disse.
Puxei o lençol mais para cima, impedindo que qualquer um dos dois visse mais do que devia, mesmo que já tivessem visto bastante em outras ocasiões.
- Se esse filho for meu... – Liam começou e foi cortado por mim.
- Eu não sei quem é o pai dessa criança e antes mesmo que comecem a brigar, quero que saibam que eu vou criá-la sozinha e que agradeço o apoio de vocês, mas eu estou ótima sozinha.
- O quê?
- Como assim? Está louca? Você mora de aluguel na periferia, está trabalhando num café de segunda classe, está se alimentando mal e ainda acha que pode dar conta sozinha?
Liam não queria dar o braço a torcer, mas lançou um rápido olhar para Zayn concordando com o que ele dizia. Ambos não estavam de acordo com o meu novo estilo de vida. E eu não poderia estar me importando menos para o que eles pensavam.
Desde que eu começara a namorar Liam, a coisa que mais irritava em todo esse mundo de popstar mundialmente famoso era o fato de que Liam achava que isso era razão o suficiente para que ele gastasse montes de dinheiro comigo.
Sapatos, bolsas e até mesmo um carro, me foram dados de presentes. Talvez uma forma que Liam tinha encontrado de fazer a culpa de não estar 100% presente comigo doer menos intensamente. Mas eu não estava com ele pelo dinheiro ou pela fama. Eu estive com Liam por todo aquele tempo porque eu o conhecia. Eu sabia o homem encantador e gentil que Liam era. O cara engraçado que cantava Nicki Minaj no chuveiro. O companheiro que fazia compressas de água morna em minha barriga quando eu sentia cólica.
Não tinha nada a ver com dinheiro. Nunca teve.
E aquela era a minha chance de mostrar para mim mesma que eu podia me virar sem a ajuda de ninguém. Pela primeira vez na minha vida. Eu tinha um trabalho, um apartamento e estava cuidando de tudo muito bem. E se a minha geladeira estava vazia era porque eu estava comendo muito e não tinha tempo de abastecê-la novamente, e não porque não tinha dinheiro ou comida.
- Eu estou bem, obrigada. – afirmei.
- Não está. Precisa de cuidados. E essa criança precisa de um pai. Por mais que você não queira que eu... – Liam começou e ante um olhar firme e persuasivo de Zayn, completou – ou Zayn, façamos parte da sua vida, esse bebê não pode crescer sem uma figura paterna.
Os dois não pareciam se cansar de querer decidir a minha vida por mim, como se eu não tivesse nenhuma vontade própria e devesse obedecer tudo o que eles decidiam para mim.
- Quando a criança nascer, eu pensarei nisso.
- E se a sua bolsa romper quando estiver sozinha em casa? Aqui? A quilômetros de um hospital? Quem vai te levar?
Aquela pergunta realmente me pegou de jeito e Zayn sorriu de lado quando notou que eu não tinha uma resposta para a sua pergunta, o mesmo sorriso que Liam estampava, do meu outro lado, contente por ter me deixado sem uma resposta.
- Eu posso ligar pra minha mãe, chamar uma ambulância, não sei! Eu darei um jeito. – respondi já irritada. Eles queriam me fazer perder a paciência, mas não conseguiriam. Eu estava determinada em não sair daquela casa por nada no mundo. Eu tinha um emprego do qual eu gostava e um apartamento que eu mesma conseguira. Seria preciso mais do que dois homens brigões para me tirar dali.
- Seja racional, (s/n).
- Sejam compreensivos. Vocês estão me forçando a fazer algo que eu não quero. Estão me forçando a tomar uma decisão entre um dos dois. Pedindo para que, antes mesmo que essa criança nasça, eu já decida quem será o pai dele. Parece justo para vocês?
Encarei Liam e depois Zayn. Ambos estavam de cabeça baixa, percebendo finalmente o que estavam fazendo, na ânsia de me forçar a decidir coisas que eu ainda não tinha cabeça para decidir.
- Eu sinto muito, mas acho que eu preciso ficar sozinha agora.
Liam e Zayn andaram até a porta e de repente Zayn se voltou de uma vez para mim, me encarando com seus olhos escuros e misteriosos, que agora brilhavam animados e cheios de promessas assustadoras.
- O que tem de tão especial nesse bairro? Nesse emprego? Nesse apartamento?
Olhei em volta enquanto Zayn gesticulava para todo o meu pequeno imóvel. Ele estava limpo e bem decorado. Não tinha nada demais com ele.
- Eu gosto daqui, gosto do meu emprego.
O sorriso de Zayn aumentou ainda mais e Liam o olhou assustado. Seja o que fosse que passava na cabeça de Zayn naquele momento, ainda não havia chegado à Liam. O terror em seus olhos, por estar perdendo algo que poderia ser vital naquela imbecil competição que os dois inventaram, era notável e me deu pena.
- Eu não posso deixar você sozinha aqui, (s/n). E não vou.
- O que vai fazer?
A pergunta saiu ao mesmo tempo da minha boca e dos lábios de Liam.
- Eu estou vindo morar com você.
A confusão em meus olhos devia ser óbvia. Como diabos o popstar internacional Zayn Malik sairia do conforto de sua enorme e aconchegante mansão para morar em um bairro de classe baixa no subúrbio. Ele não devia estar raciocinando bem.
- Não tem a necessidade e nem motivo para fazer isso, Zayn.
- Como não? A necessidade de estar perto de você para acompanhar cada passo dessa gestação, como um bom pai deve fazer, não conta? Você e esse bebê são a minha razão para qualquer passo que eu der daqui para frente, (s/n).
Meus olhos se encheram de lágrimas como quiseram fazer quando, horas mais cedo, Liam dissera que agora éramos uma família.
Eu não podia dizer nada à Zayn, eu só conseguia encarar Liam que mantinha o olhar fixo no chão, como se temesse encarar Zayn ou eu.
- Se o Malik vem, eu estou vindo também?
- O quê? – dissemos eu e Zayn em uníssono.
- Isso mesmo. Se ele vem, eu virei. – Liam se aproximou e tocou meu rosto com delicadeza, fazendo o rosto de seu ex-amigo corar de raiva. – Você deve estar com medo de que eu não seja um bom pai, é por isso que quer criar essa criança por você mesma, então eu ficarei ao seu lado, durante toda a sua gravidez para que eu possa te mostrar que eu posso ser um bom pai.
Afastei dois passos, voltando para a porta do quarto, observando-os calculadamente. Eles eram loucos. Eles haviam perdido de vez a sanidade depois de passar vários anos escutando milhões de fãs histéricas gritando em seus ouvidos.
Mas a determinação nos olhares castanhos dos dois me dizia que eles não sairiam dali enquanto eu não concordasse com aquela palhaçada.
- Como assim?
- Simples, (s/n). Estamos vindo morar com você.
E se as coisas não estavam confusas, agora elas haviam saído, definitivamente, do controle.
Que isso ?? Eles vao morar com ela agora?? E agora?? #Rafa
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
"Be strong " 5 capítulo
Próximo capítulo...
-O que ?
-Pega ali na sua bolsa um papel pra mim por favor
- OKay
Me levantei e peguei minha bolsa, senti ao seu lado novamente, peguei uma folha e entreguei em sua mão. Ele demorou um pouco
e me mostrou... um papel que estava escrito
"Você faz meu coração bater rápido e lento ao mesmo tempo "
-B-Braiam...
-Eu nem sei o que dizer..
-Não precisa
-Porque ?
-Porque eu sei o que você sente, eu te entendo.
-Que bom, engoli um seco.
Fui pegar minha bolsa, mas estava tão nervosa, que a deixei cair... Ao ouvir o barulho dela caindo no chão Braiam desviou o
olhar de mim para a bolsa que estava entre nós dois. Alguns papeis cairam de lá, Braiam voltou o olhar a mim, com uma cara
assustada. Rapidamente me abaixei para catar antes que ele pegasse, mas muito sagáz Braiam os puxou da minha mão.
-O que é isso ju ?
-Meus sentimentos, disse com uma voz rouca
Braiam na mesma hora abriu um dos papeis, e começou a ler:
" Ser paixonada por você não é uma obsessão, é um modo de me fazer sonhar, um modo de viver... Quando eu não posso
deixar para trás os momentos que em nós rimos ou que chorei incontrolavelmente em seus braços..."
"É difícil olhar todos os dias para suas fotos no meu celular, abrir os olhos e e ver que você não está lá...
Você foi embora, e me deixou, como vou ocupar o buraco em meu coração... ?
"Eu quero alguém que me faça te esquecer, que implique comigo, mas ao mesmo tempo me ame, que lute por mim, que me faça
ficar em seus braços mesmo quando eu não quero... Que me apavore e me faça sentir desejo... Alguém único...
-Nossa...
-O que ?
-Porque escreve seus sentimentos ?
-Não sei... levantei minha cabeça olhando pra ele
-Quem fez isso com você ?
-Um menino
-Claro, mas qual o nome ?
-Porque vocÊ quer saber ?
-Por favor
-Nick
-Quando foi isso ?
- A 6 anos atrás...
-Você sofre por esse canalha a 6 meses...?!
-Sim
-Não consigo acreditar
-...
-Você o amou de verdade
- É
-O que ele fez ?
-Não foi ele, fui eu, foi o que eu não fiz...
-O que você não fez, o fez terminar com você ?
-Sim
-Entendi
-Mesmo ?
-Sim, me desculpe...
-Tudo bem
-Eu te entendo, mas que ninguém
-Como ?
-É difícil de te explicar
-tá
Sua pele fervendo encostou em meus braços, me puxou para seu peito, uma de suas mãos soltou-se do meu braço e foi para minha
cabeça, encostando- a em seu peito. Suas mãos passavam por todo meu corpo analisando cada centímetro. As pontas de seus dedos
brincando em minhas costas, eu gostava tanto daquilo. Uma de suas mãos tirou meu cabelo da frente de meu pescoço, deixando o
exposto, seus dedos encostando em minha pele branca, me fazendo cosquinha. minhas mãos segurando com força sua camisa,
sentindo seu cheiro, uma de minhas mãos foi para trás de seu pescoço, fazendo carinho em seus cabelos...
-Ju ?
-Mmm...?
-Você quer que eu pare...?
-Não, por favor
Ao ouvir meu pedido Braiam levou suas mãos para trás de mim apoiando-as em minha bunda, e fazendo um cruzamento entre seus
dedos, minhas mãos estavam sobre seus ombros enquanto eu brincava com seus cabelos, fiquei na ponta do pé, para poder
alcançar seu pescoço, minhas mãos foram abaixando para seus ombros em um ritimo lento, meus olhos voaram para os seus, eles
brilhavam, um sorriso abriu em seus lábios, meus olhos voltaram para seu pescoço, meus lábios tocaram em sua pele, fui
deixando beijos seguidos em cada parte de seu pescoço.
-Ju ?
-Oi ?
-Já percebeu ?
-O que ?
-Que o que você estava procurando, você achou...
-Como assim ?
-Seus textos, eu estou aqui agora com você para fazer o que você quiser.
O silêncio permeneceu, continuei beijando seu pescoço, com uma dificuldade, Braiam percebeu e se inclinou para frente.
-Obrigada
-Não há de que
Minhas mãos desceram para seus braços pegando suas mãos e me afastando.
Como já estava de manhã:
-Braiam, eu já vou
- Tá, eu te levo
-Não precisa
-Eu faço questão
-Eu não quero
-Eu te levo e acabou, ele disse em um tom mais alto, apertando meus braços com força.
-Braiam, me solta ! eu gritei
-Me desculpe eu perdi o controle...
-Vou tomar um banho
-Vou pegar o carro, espera aqui
-Tá, falei seca
Peguei minhas roupas e entrei no banho, ouvi a porta bater, provavelmente foi Braiam, sentei no banho, não podia acrditar
em tudo o que estava acontecendo.Ele me assustou, mas me amou, brigou comigo mas disse que queria me fazer feliz...
Terminei meu banho, vesti minha roupa, com o pé molhado e as pontas do cabelo pingando fui para sala, na ponta do pé.
Tinham tantas fotos, todos com ele, ele e amigos, ele em passeios turisticos, ele sozinho. Mas tinha uma foto que me chamou
a atenção, Braiam com duas mulheres, uma parecia ser mias velha que a outra. Ele estava no meio delas duas, com os braços
em cima do ombro das duas.Ele parecia tão feliz, com aquele sorriso encantador...
-O que está fazendo ? Ouvi sua voz, seguida da porta batendo, olhei rápido para sua direção.
-Nada, estou procurando meus brincos, você os viu ? disse tentando disfarçar
-No quarto
-Ah, obrigada
-Não há de que, ele disse confuso
Entrei no quarto e me deu um alivio: UFA !! Peguei meus brincos e ouvi a voz do Braiam.
-Ju ??
-Oii..?
-Vamos ?
-Ok!
Nós dois fomos de carro para minha casa.
-Até amanhã ju
-Até.
Me levantei, bati a porta, estava atravessando a rua quando ouvi sua voz, a voz que eu precisava pra sobreviver...
-Ju ....??
Me virei e olhei em seus olhos :
- O que foi Braiam ?
-Vem me dá beijinho...
-Aiin tá bom
Fui até ele, dei um beijo nele, e fui pra casa, vi o carro de Braiam acelerar, ele abriu o vidro e me deu uma piscadinha...
Tomei banho, comi, passei o dia sem fazer nada
De noite :
Tremi ao ouvir meu telefone zumbir, era o Braiam,
Sms:
-E aí fazendo algo de bom ? B.x
-Não, e vc ?
-Tô indo para uma festa
-Hmmm.
Parei de responder ele, desci fiz um sanduiche e voltei, levei um susto ao ouvir meu celular zumbir de novo. Mas desse vez
não era o Braiam, era uma das minhas colegas de sala .
Sms:
-Cadê vc, sumiu esses dias ?! Clara.x
-Não pudi ir esses dias. ju.x
-Ah, então corre lá na lá livraria pública e pega um livro chamado " A vida e a morte de charlie " faz um resumo para daqui
a 2 semanas. Clara.x
-AAAwwnnnn, obrigada por me avisar, tô indo lá agora.
Peguei um roupa, me vesti e fui.
Acabei passando muito tempo lá, aí encontrei a clara.
-oii ju
-Oii
- E aí ?
-Tô lendo né
-É
-Ah clara olha aqui minhas coisas enquanto eu vou no banheiro por favor ?
- oK
Clara on :
A ju me pediu pra olhar as coisas delas enquanto ela ia no banheiro, mas o celular dela, não parava de apitar, não resisti
e olhei.
Tinha um sms de um tal de "B ", quem era esse ? kkkk abri a mensagem e li.
"Que calcinha tá usando agora ?
Essa pessoa tinha muita íntimidade com ela né, não resisti e respondi de novo
"Renda preta ;) "
- Heyyy, clara tá fazendo o que ?
-Nada, peguei meu cel e vi a mensagem
-Aff !! não acredito que fez isso, risos...
-sorry, risos
Recebi um novo sms dele:
" Meu Deus ! me manda uma foto... "
Aff, não tinha coragem de responder aquilo, 30 minutos depois no meio do caminho...
Próximo Capítulo...
Desculpe a demora :)
Esther*
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Nós-- Cap.8

Ele estava furioso. E com razão.
Eu só não entendia porque Louis decidira contar justamente agora para Liam que eu estava grávida. Agora que Zayn havia decidido que eu moraria junto com ele, agora que ele queria assumir plenamente a paternidade.
Eu tinha sido tão cruel assim para merecer tamanha injustiça? Esse era o meu pagamento por ter traído Liam? Ter todo esse drama jogado contra mim era o meu retorno? Karma era uma coisa assustadora, mesmo.
- Não vai dizer nada, (s/n)? Não tem nada a me dizer?
A sua voz era um rosnar cheio de raiva e traição. E eu me culpei por ver, novamente, aquele brilho nos seus olhos.
- Liam, eu... eu... iria te contar. Me desculpe.
- Ia me contar quando? Quando essa criança nascesse?
Eu abaixei a cabeça sabendo que, na verdade, eu não contaria nada a ninguém, se dependesse de mim. Eu criaria o meu filho sozinha. Era esse o meu plano inicial, mas Louis Tomlinson era um fofoqueiro maldito e estragara todo o meu planejamento.
- Não era assim, Liam. Eu juro.
- Não?
Liam deu dois passos tremendamente ameaçadores para frente e se deixou me olhar nos olhos.
Aqueles brilhantes olhos cor de chocolate pareciam faiscar a raiva e o ódio, mas não podia me deixar intimidar.
- Você me traiu, me dispensou e ainda me esconde que está esperando um filho meu. Me pergunto como pude confiar em você, (s/n). Como pude?
- Liam, eu sinto muito.
E eu realmente sentia. Se eu tivesse me controlado, se eu nem ao menos tivesse saído de casa naquela tarde, as coisas seriam diferentes. Eu ainda estaria com Liam, eu não teria todo esse drama e pressão sobre mim. Eu não estaria carregando um filho sem pai.
- Não sente. Você nunca sente. Era esse o seu intuito, (s/n)? Me fazer perder o controle? Me fazer rastejar atrás de você até que ache que é o bastante? – ele apertava o meu braço com ainda mais força, mas ainda assim não me desvencilhei. Por mais que eu amasse Liam, o lado negro dele exercia algo sobre mim que eu ainda não era capaz de entender. Era bom. Me atraía e excitava. E saber que eu era uma das únicas que o despertava, me fazia sentir um prazer indescritível. Uma parcela de culpa, também, mas na maior parte era apenas excitação.
- Essa criança é minha, não é? – Liam sacudiu meu corpo. – É minha?
Eu não respondi. Não podia. Aquela era uma pergunta para a qual ainda não havia resposta.
- Eu não sei, Liam. Eu... eu... Sinto muito. Não sei.
Ele inclinou a cabeça até seus lábios ficarem a milímetros dos meus. Parecia ainda mais ameaçador. Mais furioso e o ódio fazia o seu olhar castanho ficar ainda mais escuro. Eu podia ver o desejo brilhando ali também. Mas não me atrevi a me mover. A chave caiu de minhas mãos, trêmulas e sem saída, deixei que a minha bolsa fizesse o mesmo, fazendo um barulho abafado quando caiu no tapete da entrada.
Liam estava me provocando, mantendo os seus lábios selados, mas à milímetros dos meus. Ele sabia o quanto os lábios dele eram capazes de me tentar. Liam me conhecia.
- Não me importa o que sabe ou não. Eu já decidi como as coisas serão a partir de agora.
- Liam...
- Zayn não vai tomar o que me pertence, (s/n). E você me pertence.
A sua boca esmagou a minha e eu perdi o controle. Não da mesma forma que acontecia com Zayn. Mas eu não saberia colocar em palavras se melhor ou pior. Apenas diferente. Mas igualmente intenso e descontrolado. Levando o meu bom senso com os movimentos de sua língua, tomando a minha sanidade com o toque macio da sua boca. Seus dentes mordiam de leve o meu lábio e aquilo me deixava ainda mais necessitada de mais.
Não eram os hormônios da gravidez clamando. Era o meu corpo. Ele sempre reagira da mesma forma à Liam, e quando ele deixava o seu lado selvagem e feroz fugir do seu controle, como uma personalidade doentia da qual ele era refém, às vezes, o meu corpo não deixava espaço para minha mente. Não deixava espaço para nada que não fosse o corpo de Liam, se encaixando, preenchendo.
Tomando.
E eu daria tudo a ele. Sempre. Porque eu o amava.
- Você me pertence. Essa criança me pertence, (s/n). Tudo o que é relacionado à você é de minha posse. E eu não estou disposto a abrir mão disso, nem para ninguém, nem por ninguém, entendeu? Assenti e senti a mão de Liam se emaranhar em meu cabelo, enrolando em sua mão, puxando-o de leve enquanto a sua boca sussurrava coisas possessivas contra a minha.
- A quem você pertence, (s/n)? Quem te possui?
Sussurrei o nome de Liam, mas aquilo não o satisfez. Disse mais alto. Mas não o satisfiz. Ele puxou meu cabelo e mordeu o meu lábio antes de ordenar que eu gritasse o seu nome, que eu dissesse em alto e bom som quem era o homem a quem eu amava, a quem eu pertencia.
E não tive dúvidas de que nome gritar.
Eu pertencia a Liam. Sempre pertencera.
Mas não tinha mais certeza disso.
A imagem de Zayn e a maneira como ele segurara a minha mão na cafeteria fizeram a minha vista nublar e, sem querer, eu dei alguns passos para trás, me afastando de Liam.
- O que houve? – ele perguntou.
Ele parecia genuinamente preocupado, mas não era inteiramente o antigo Liam.
- Zayn. Houve que eu não posso fazer isso com vocês dois. Eu não tenho certeza de nada no momento, e tomar qualquer decisão agora pode ser precipitado. Não posso...
A outra mão de Liam, a que não segurava meu cabelo num aperto dolorido, segurou meu queixo, puxando o meu rosto para cima, fazendo com que meu olhar encontrasse o dele e de uma forma que eu nunca seria capaz de compreender, ele leu a verdade ali.
- Você o deseja.
A raiva que assolou Liam foi como uma corrente elétrica, passou pelo meu corpo inteiro e eriçou meus pelos, fazendo o medo gelar a minha espinha.
- Ele tentou te convencer com um beijo, não foi? - pela minha expressão assustada sobre como ele havia conseguido tal informação, eu havia dado uma bela confirmação para Liam do que havia acontecido. - Típico de Zayn. Um beijo para ganhar o que ele quer. Mas eu já te alertei, (s/n). Você é minha e ele não irá tirar você de mim.
Virei o rosto, insegura com a determinação em seus olhos e Liam me fez virar para ele novamente. Ele ainda não havia terminado de me clamar como dele.
- Se Zayn quer jogar sujo, eu também sei jogar.
O aperto de Liam suavizou e a sua boca roçou a minha devagar, provocando, mas sem me beijar de verdade. Ele estava tentando me deixar louca e estava conseguindo o seu intuito. O toque da sua boca era tão leve que fazia cócegas em meus lábios. Mas não era o suficiente. Ele queria me provocar mais. Por isso Liam passou a língua delicadamente pelo contorno de meus lábios antes de contornar a lateral de meu rosto até a minha orelha. Sua voz rouca sussurrava coisas sem sentido, mas eu podia distinguir a palavra “minha” por cima dos seus murmúrios.
E eu era realmente dele?
A boca quente e úmida de Liam desceu para o meu pescoço e deu uma sugada lenta que eu tinha certeza de que deixaria uma marca. Suas unhas arranharam o meu ombro enquanto desciam pelos meus braços até segurar as minhas mãos. Seus dentes morderam então uma palma e depois a outra.
Doloridamente.
Entendi, então, qual era o plano de Liam: me deixar marcada.
Marcar o meu corpo da mesma maneira que ele já havia marcado a minha alma. Fazer Zayn se afastar quando visse a inúmera quantidade de marcas roxas em meu pescoço. Fazer Zayn desistir quando visse os arranhões em minha pele. Eu tinha um dono, segundo Liam, e esse dono era ele.
Seus dedos fortes arrancaram a camiseta do meu uniforme da cafeteria e a arremessou para qualquer lugar da sala. O ar frio que entrava pela janela aberta não me afetou em nada. Foi bem vindo, aliás.
Meu corpo estava tão quente que eu sentia poder queimar a pele de Liam, também.
Com um movimento brusco e totalmente inesperado, Liam me pegou no colo e começou a andar pela casa, como se soubesse exatamente o local de cada móvel e aparato, e seguiu para o meu quarto, me colocando na cama com uma gentileza que foi traída no instante seguinte pela maneira como ele me deitou, colocando uma mão em meu ventre enquanto a outra, habilmente, abria o ziper da minha calça jeans.
Minha barriga sentia o carinho lento dos seus dedos, como se acariciasse não apenas à mim, mas ao ser que estava ali dentro também.
Por mais furioso que Liam estivesse comigo por tudo o que eu havia feito, eu tinha a mais plena certeza de que ele já estava amando aquela criança. Tanto quanto Zayn amava. E mesmo que ele não houvesse dito com a mesma clareza com que Zayn dissera, eu sabia que Liam cuidaria daquela criança mesmo que ela não fosse sua.
Minha calça foi arrancada e junto com ela se foram as minhas sapatilhas. Um calçado confortável e prático para alguém que já começava a sentir o cansaço nas pernas, típico da gravidez.
- Sentiu minha falta, (s/n)? O seu corpo sentiu saudades de mim?
.
.
(...hot...)
.
.
- Tudo bem, (s/n)? Eu te machuquei? - ele perguntou, genuinamente preocupado. O meu Liam havia voltado. - Desculpe. Não pretendia ser tão bruto, mas eu fiquei realmente bravo. Sinto muito. Eu dei uma risada fraca. Meus braços e pernas não tinham força. Minha cabeça estava apoiada no ombro de Liam, sem a menor vontade de se mover do confortável local onde eu estava. Exaurida era uma boa palavra para descrever como eu me sentia.
- Eu te amo, (s/n). - ele sussurrou em meu ouvido, ainda sem se mover, provavelmente tão cansado quanto eu. Suas pernas não puderam suportar mais e num movimento rápido, Liam nos jogou na cama, permitindo que eu caísse por cima dele, apoiando a minha cabeça agora em seu peito. - E tenho um presente pra você e pro nosso bebê.
Ele se ergueu, apoiando o corpo no cotovelo e me encarando. O brilho estava de volta aos seus olhos, mas era o brilho amoroso que eu conhecia há tanto tempo. Por mais que ele estivesse bravo antes, agora isso havia abrandado.
A maneira como ele estava tratando a pequena vida dentro de mim como “nosso bebê” era mágica demais para me fazer lembrar de Zayn e de sua proposta. Por que as coisas tinham de ser tão confusas para mim?
Se esticando, Liam estendeu a mão para o meu criado mudo, pegando um pequeno pacote e o colocando diante de mim, que levantei, curiosa, pegando o pacotinho em minhas mãos.
- Minha mãe chegou em Londres hoje. Pedi para que ela trouxesse isso de Wolverhampton para você. Abri com cuidado o papel de embrulho que tinha vários barquinhos coloridos em um fundo amarelo claro e não pude conter o sorriso quando notei o que havia ali dentro.
Um surrado e um tanto sujo ursinho de pelúcia me olhava com olhos brilhantes e cheios de memórias do passado.
- Liam, ele é lindo.
- Sim, e foi o meu melhor companheiro durante toda a minha infância. Toda vez que eu sentia medo, ele esteve ali para me acalmar. Acho que ele seria um bom companheiro pro nosso menino. - Liam sorriu e passou a mão pela minha barriga. - Ou uma menina. Eu adoraria uma filha com esse seu sorriso. - os dedos de Liam agora deslizaram pelos meus lábios.
O meu sorriso aumentou e eu coloquei a cabeça na curva do pescoço de Liam, me colocando confortável para dormir, sentindo o corpo dele se aconchegar contra o meu, me aquecendo e protegendo, enquanto o ursinho estava aninhado contra mim, pressionado contra a minha barriga.
Liam sussurrava coisas em meu ouvido enquanto eu deslizava suavemente para o mundo dos sonhos.
Mas eu ainda podia entender algumas coisas como a última que ele disse antes de eu finalmente fechar os olhos, me rendendo ao sono.
Meu peito ficou leve e eu respirei fundo com a frase de Liam em minha mente, tomando um espaço enorme em meu coração:
- Eu cuidarei de você, (s/n). Nós somos uma família agora.
E assim eu dormi.
Nossaaa! Que confusão!! Com quem que ela vai ficar??? Zayn Ou Liam?? Deixem seus comentarios aqui!! #Rafa
sábado, 23 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
One way or another
Oii, aain gente tô pirando desde ontem com o novo vídeo huasuhauha
Ainn o one way or another dos minos(1D)!!!
Chorandoooooo aquii !!!
Que orgulho, meu deus, ainda me lembro quando eles lançaram one thing husahuashusa
Esther*
Link : http://www.youtube.com/watch?v=36mCEZzzQ3o
Ainn o one way or another dos minos(1D)!!!
Chorandoooooo aquii !!!
Que orgulho, meu deus, ainda me lembro quando eles lançaram one thing husahuashusa
Esther*
Link : http://www.youtube.com/watch?v=36mCEZzzQ3o
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Nós-- Cap.7

Coloquei um muffin e um café expresso na mesa 8 e olhei no relógio agradecendo mentalmente que faltavam apenas dez minutos para que o meu expediente acabasse.
Algo vibrou no meu bolso e eu sabia exatamente o que era.
Zayn.
Voltei para detrás do balcão com um sorriso maléfico que nada tinha a ver com os agora nove minutos restantes. Meu sorriso ficava ainda maior quando eu me lembrava que Zayn Malik, o poderoso e internacionalmente desejado Zayn Malik, havia sido feito de idiota. E por ninguém mais, ninguém menos do que eu.
O nosso encontro estava marcado para a quarta feira. E desde que decidira que esse encontro aconteceria, Zayn havia me mandado mensagens confirmando esse encontro, ao que eu não respondi nenhuma delas, e na penúltima mensagem do dia anterior ele apenas digitara: “Na minha casa. Às sete.”
Dez e cinquenta daquela mesma noite eu recebera mais uma mensagem. “Você não sabe com quem se meteu, (s/n).”
Eu sabia sim. E era justamente por isso que eu não queria mais continuar aquele jogo.
Por mais bad boy e cheio de pose que Zayn pudesse parecer à primeira vista para qualquer pessoa, eu sabia que ele não era daquele jeito. Eu o conhecia e sabia que o drama em que estávamos nos afundando mais e mais só o machucaria. E eu não queria ferir Zayn.
Tampouco queria ferir Liam e fora justamente por isso que eu o mandara embora de meu apartamento, fora por isso que eu negara os meus desejos e deixara que ele escapasse de minhas mãos.
Para o bem deles. Para o bem do meu filho.
Distraidamente, passei a mão na barriga. Um gesto que havia se tornado rotineiro nas ultimas semanas. A minha barriga ainda não estava totalmente aparecendo, mas eu podia sentir a pequena vida dentro de mim dando os mais belos sinais de que ela estava ali por mim e isso só fazia aumentar a minha vontade de fazer aquilo da maneira mais correta.
Mesmo quando tudo já tivera inicio de uma forma tão ruim.
Eu odiava que as coisas estivessem acontecendo daquela maneira, mas já que tinham acontecido, eu tinha de consertá-las. Era o meu dever para com os dois homens e para com aquela criança.
Retirei o celular do bolso, dando uma conferida discreta e vi que o alerta não era de mensagem, e sim de chamada. Louis.
Ultimamente, Louis me ligando era um sinal de mau presságio, e uma vez que ele já devia estar sabendo que eu não aparecera na casa de Zayn, ele me daria um troco no maior estilo Tomlinson.
Eu o conhecia. Melhor do que a mim mesma.
O relógio marcava que faltavam seis minutos e eu senti o telefone vibrar em minhas mãos. Droga! Louis.
Atendi, nervosa, sem me importar do meu expediente ainda não ter realmente terminado, deixando que os dois outros atendentes cuidassem do balcão enquanto eu saia para os fundos da cafeteria para atender o telefonema.
- Oh, (s/n). Você não deveria ter feito isso. Coitado do Zayn! – foi o que ele disse assim que atendi a ligação.
- Mas fiz, azar. – dei de ombros – E não esqueci o que você fez, Tomlinson, seu fofoqueiro.
- Opa! Fofoqueiro não. Onde está o respeito, (s/n)? Eu tinha duas informações privilegiadas e não tive medo de usá-las. O que me tratasse melhor, ficaria com a melhor informação. Mas isso, claro, sem que eles soubessem. Zayn foi mais gentil, por isso deixei que ele soubesse que você está grávida.
- Você ia contar para ele de todas as maneiras, Louis. Você estava se roendo para contar.
Ele apenas riu, deixando claro que eu não havia dito nenhuma mentira.
- Ah, eu acho que contei outra coisinha pro Zayn. Nada demais.
- O que você contou, Louis William? – rosnei.
- Nada demais. Tenho que ir agora, te ligo depois.
A sua risada foi interrompida pelo fim da ligação praticamente no mesmo instante em que Cindy, a outra atendente, colocou a cabeça pelo vão da porta e me chamou, dizendo que um cliente estava lá e exigia ser atendido por mim.
O relógio exibia que ainda faltavam dois minutos antes que eu fosse plenamente liberada do meu expediente. Bufando, segui para a frente da loja e quase desmaiei quando encontrei os olhos escuros e misteriosos de Zayn Malik encarando-me com toda a sua firmeza, fazendo com que eu ficasse ainda mais pálida e nervosa.
- B-boa tarde... Em que.... eu posso ajudar? – as palavras saiam aos trancos da minha garganta seca e os olhos dele não se desgrudaram de mim, como se quisesse ter certeza de que aquela era realmente eu.
- Quero um café. Forte. E quero que se sente bem ali naquela mesa. Temos muito o que conversar.
Cindy me deu uma cotovelada maliciosa e disse que ela mesma pegaria os expressos e que os levaria na nossa mesa, sussurrando em meu ouvido que eu deveria tirar o avental. Meu expediente tinha oficialmente acabado.
Meus passos eram cuidadosos, como se a qualquer momento eu temesse desmaiar de tamanho nervosismo, mas consegui me arrastar até a mesa mais oculta do café, num canto entre duas paredes que nos permitia conversar sossegados.
Assim que eu me sentei, Zayn me encarou e disse, sem perder tempo.
- Essa criança é minha e você está vindo morar comigo.
Para ele parecia tão simples que eu tive de me esforçar para me recordar dos motivos para que eu declinasse de sua oferta.
- Você nem sabe se esse bebê é seu, Zayn. Pare de ser idiota e volte de onde você veio.
- É meu. Eu sinto isso. – ele justificou, sem se abalar.
Ele estava lidando com isso melhor do que eu esperava, melhor do que eu estava lidando e isso era tão estranho quanto era bom. Será que Liam reagiria da mesma maneira?
- Zayn, nem eu tenho certeza de quem é o pai dessa criança. Pode ser que você o seja, mas pode ser o Liam. Não posso fazer isso com nenhum de vocês. – os olhos dele ainda estavam firmes e presos nos meus – Eu já tomei a minha decisão.
- E eu tomei a minha, (s/n). Você vai morar comigo. Mesmo que ele seja filho do Liam, eu serei o pai dessa criança. Eu quero criá-lo ao seu lado. Como uma família. - Não era justo com Liam. Eu havia ficado tentada com a sua proposta, mas eu ainda me recordava do olhar doce de Liam e sabia que os dois mereciam as mesmas chances. Se eu havia recusado Liam, era justo que eu recusasse Zayn também.
- Sinto muito, Zayn, mas eu não estou interessada.
Levantei-me de minha cadeira e no mesmo instante os dedos finos e morenos de Zayn rodearam o meu braço, me fazendo sentar na cadeira, mais uma vez, enquanto Cindy colocava o café de Zayn e meu café com creme de morango na mesa, se afastando, ao notar a tensão que parecia vibrar ao redor da mesa.
- Não é uma proposta, (s/n). Conversei com Louis e ele concorda com isso. Será melhor para você e o bebê morarem num local seguro e com provisões necessárias para a sua situação. – para se certificar de que estava falando as coisas corretamente, ele lançou um olhar a nossa volta. Sim, o meu bairro não era tudo isso, mas eu gostava de lá.
- Não dou a mínima para os planos que armam pelas minhas costas, Malik. Eu decidi que eu vou criar essa criança sozinha e é o que eu vou fazer.
- Eu não vou deixar. – ele tomou um gole do seu café, paciente, controlado. Como se estivéssemos discutindo sobre o clima e não sobre toda uma vida.
- Zayn, eu não quero causar mais problemas entre você e o Liam. Eu já disse antes e vou repetir. Aquilo foi um erro. As duas vezes em que eu me deixei entregar para você foram erros. Foi bom, eu não vou negar. – completei quando ele ergueu uma sobrancelha, irônico. – Mas eu preciso de um tempo para mim. Para pensar. E só porque eu supostamente estou esperando um filho seu, não é motivo o suficiente para eu ir morar com você.
- Eu te amo. Esse é um bom motivo, não é?
A mão de Zayn segurou a minha e meus olhos foram atraídos para as nossas mãos unidas. Zayn me amava. Era sempre tão estranho quando ele dizia isso. Parecia tão bom e certo, mas ao mesmo tempo eu me lembrava de Liam dizendo o mesmo, por isso aquilo automaticamente se tornava ruim e errado.
- Eu preciso pensar, Zayn.
Retirei a mão e vi o rosto de Zayn se tornar branco e toda a ternura se esvair, voltando a parecer o homem controlado que estava conversando comigo anteriormente.
- Você tem até sábado. – ele disse, mas a sua voz saiu como um rosnado. Ele não estava contente com o que eu havia decidido, mas estava disposto a me dar esse tempo. De má vontade, mas daria. – Se você desaparecer, como fez ontem à noite, pode ter certeza que obrigarei Louis a me dar o seu endereço e eu mesmo retirarei as suas coisas de lá e levarei tudo para a minha casa. Entendeu?
Assenti, calada. Eu não me atreveria a discutir com ele quando podia ouvir e sentir a ameaça sob as suas palavras. Levantei-me antes que ele pudesse dizer mais qualquer coisa que fosse. Eu já estava confusa o bastante com tudo o que ele havia jogado no meu colo. Não precisava de mais nada.
O café com creme de morango estava fazendo o efeito contrário de evitar o meu enjôo e eu já podia sentir a minha bile subir.
Eu estava seguindo para a porta traseira da cafeteria, onde as minhas coisas estavam, pronta para partir, quando senti os dedos de Zayn em meu braço, mais uma vez.
Ele virou-me para si e disse com aquele sorriso malicioso que era tão típico de Zayn Malik:
- Acho que isso vai te ajudar a pensar mais rápido.
E sem mais, ele beijou meus lábios, envolvendo a sua língua na minha, devorando os meus lábios e tomando minha boca como se tivesse todo o direito para isso. Me beijando como se essa fosse a coisa mais especial a se fazer. Como se eu fosse merecedora de seus beijos. E por isso, naquele momento, deixei que Zayn me convencesse, deixei que a minha boca reproduzisse os seus movimentos, sentindo a sua barba por fazer arranhar a minha pele de uma maneira erótica e que me deixava ainda mais desejosa de levar aquilo adiante.
Zayn tinha esse poder comigo. Um beijo. Um simples beijo, e ele conseguia me fazer desejar ir mais além.
- Não, baby. Não até sábado. Por isso... – ele mordeu meu lábio inferior, antes de se afastar. – Pense bem.
Ele sabia o que fazia com o meu corpo. Ele parecia ter os engates perfeitos para acender o fogo dentro de mim, e aquilo fora um truque. Para me fazer desejá-lo, para fazer com que eu decidisse fazer o que ele queria para tê-lo.
Esperto. Sim, Zayn Malik era realmente esperto.
O caminho de volta para casa foi calmo e cheio de pensamentos conflitantes para mim. Zayn me deixara confusa. Saber que ele queria aquela criança, independente se ele fosse filho dele ou não, me deixava confusa e alegre ao mesmo tempo.
Eu poderia ficar ao lado dele. Eu sabia que Zayn seria um bom pai, sabia que ele cuidaria daquela criança como se essa fosse uma parte dele. Como ele fazia com Lux, a ajudando a andar, a ensinando como pentear o cabelo corretamente, até mesmo trocando as suas fraldas quando Lou não podia. Zayn seria um bom pai. E seria um bom companheiro. Eu tinha certeza.
E me amava. Isso era realmente muito importante.
Mas eu amava Zayn de volta?
Liam veio à minha mente e eu fiquei confusa novamente.
Era como se eu desse um passo para frente e seis para trás. Eu estava confusa demais. Assustada demais.
O casal do apartamento ao lado estava em plena atividade. Pelos gritos, a briga acontecera mais cedo e agora eles estavam na reconciliação. E pelo visto, eles estavam praticando atividades sexuais na parede. Só isso explicaria os sons altos que eu estava escutando.
Coloquei a chave na fechadura, ainda rindo da energia e fôlego que aqueles dois tinham, antes de abrir a porta.
A minha sala estava escura, como eu sempre deixava. Fechei a porta e acendi a luz ao mesmo tempo em que a voz dele soava pela sala:
- Boa noite, (s/n).
Virei-me assustada para trás e encontrei Liam sentado no meu sofá, com os olhos vermelhos e um sorriso estranho em seu rosto.
- Liam...
- Ou eu deveria dizer: “Boa noite, mãe do meu filho?”
Oh, não.
E agoraaa?? Sóh no proximo Cap.! #Rafa
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Be strong 4 capítulo
Próximo capítulo...
Nós corremos para um beco que tinha antes de chegar aos carros, eu não conseguia acompanha-lo ele tinha as pernas muito
longas então corria mais rápido, Braiam percebeu que eu não conseguia acompanha-lo e me pegou no colo, colocando minhas mãos
em volta de seu pescoço e segurando em minhas coxas.
Eu era muito azarada, no beco Braiam me colocou no chão, as costas de Braiam encostaram no tijolo frio, minhas mãos voaram
para seu peito, impedindo-me de cair nele. Tudo o que podia ser ouvida era nossa respiração pesada.
-Braiam
-Mmm
-Obrigada por correr comigo no colo, por me salvar e lutar por mim...
Fechei os olhos, aliviada que estávamos escondidos das pessoas que queriam nos machucar, não gostava de imaginar Braiam
apanhando.
Braiam me surpreendeu quando seus dedos afastaram o cabelo do meu rosto.Olhei para ele.Seus olhos verdes cairam sobre
minha testa deixando sua cabeça colada com a minha,seus olhos brilhavam enquanto olhava para mim.Braiam era um dos caras mais
bonitos que eu já tinha visto e ainda sim um dos mais assustadores.
-Podemos caminhas até meu apartamento, não é tão longe, ele sussurrou.
Nervosa engoli um seco, sem dizer nada em resposta. ele se empurrou da parede, como eu estava encostada em seu peito, me pegando
antes que eu caisse para trás.Sua mão esquerda foi erguida para eu segurá-la, mas eu balancei a cabeça, empurrei-a de volta para
seu lado antes de pegar a direita.
O olhar fixo de Braiam nos meus movimentos. Os dedos dele estavam sangrando, era difícil dizer se o sangue era seu ou de Pedro.
Minha respiração prendeu na garganta quando ele diminuiu a distância entre nós, minhas costas forçadas de volta na parade
oposta.
Braiam estendeu a mão, pegando meu queixo e inclinando-o para o lado. Seus lábios fizeram contato com o local do meu pescoço,
chupando a pele quente. Um rastro de beijos molhados ao longo do meu pescoço enquando seus dedos caiam para descansar em meus
quadris. Eu não sabia que nós dois estávamos de olhos fechados até os abrir. O toque que Braiam tinha deixado no meu rosto.
Ele fez uma pausa, sua visão indo até meus lábios. Senti Braiam deslizar seu nariz sobre minha bocheha antes dele depositar
um beijo prolongado na pele. Os lábios de Braiam moveram-se um pouco, depositando um beijo no canto da minha boca.
Quando percebeu que eu desejava aquilo e não ia afastá-lo, Braiam pegou meus lábios com os dele. O beijo foi um pouco mais
urgente que o anterioi.Meus dedos se amarraram nos cabelos lisos atrás de sua cabeça. A mão do Braiam começou a vagar para
o interior da minha coxa.
-Não, eu disparei.
Ele se afastou sorrindo antes de deslizar os dedos na minha virilha, o toque áspero me fez estremecer de volta para a parede.
Minha respiração saiu trêmula enquanto olhava para ele. Braiam depositou um último beijo em meus lábios, em seguida me puxou.
-Vamos para minha casa.. ele piscou.
Tivemos o cuidado de não sermos vistos pelos amigos de Pedro. Braiam ia pegar o carro pela manhã, evitando o confronto com os
homens furiosos.
Não andamos muito, ele colou seu braço forte em meu ombro enquando me guiava para os degraus da porta da frente. Meu peito
começou a subir e descer, pondo em evidência o medo de que eu ficaria sozinha com Braiam.No apartamento dele:
Olhei em volta para ver as casas que ficavam no lado oposto da rua, um segundo mais tarde eu teria perdido a cortina que foi
rapidamente fechada. Uma vizinha intrometida vendo quem era a essa hora. Isso me fez pensar quantas meninas Braiam já tinha
trazido para seu apartamento.
A porta da frente foi rapidamente destrancada e aberta. Braiam entrou ligando a luz do hall de entrada. Eu estva congelada
no lugar, ainda parada no primeiro degrau. Ele franziu aquela testa ficando mais fofo quando olhou para mim tirando o blazer
e o converse.
- Você pode entrar, sabia ? ele sorriu.
-Obrigada Braiam
Estremeci com a sensação do hálito quente tocando minha pele um pouco antes dele se afastar.
Braiam desligou a luz. Me virei para ele quando ele se aproximou, um sorriso de covinhas enfeitando seu rosto. Recuei
aumentando a distância entre nós.
-Eu faria de novo falou em um tom rouco.
Minha mão agarrou seu dedo, meu polegar tocando seu braço até o ombro.
Me surpreendendo quando ele se afastou do meu toque, passando por mim pelo corredor, eu simplismente não sabia qual era a dele,
era estranho...
Ouvi um barulho de água..
-Braiam ??
-Mmmm sua voz cantarolou
Entrei na cozinha, meus olhos cairam nas costas de Braiam, enquanto ele passava a mão molhada pela água fria.
Sua cabeça virou me observando, eu brincava nervosamente com meus dedos, os músculos tensos de seus braços quando ele torceu
a torneira, fechando a água. Braiam pegou a toalha e pressionou em seus machucados...
-Deixa eu te ajudar
-Tem certeza que quer cuidar de meus ferimentos ?
-Absoluta
Parei em frente a Braiam, peguei a toalha de sua mão e passai levemente em seus machucados sem parar de olha-los, com a
outra mão segurei em suas costas o puxando para mais perto, ele não tirava os olhos de mim observando cada movimento.
-Você mora com mais alguém ?
-Não,
-Você pode ficar com a cama
- Não, eu durmo no sofá
-Não se faça de difícil e fique com a cama
-Não
Um dos braços fortes de Braiam foi para baixo da minha coxa enquanto o outro apaiova minhas costas, levando-me para seu peito.
-Me ponha no chão
Braiam não me respondeu mais uma vez, me pegando no colo no esilo "noiva".
Braiam empurrou a porta com o pé e me pos em cima de sua cama me dando um beijo na testa.
-Só quero que você seje minha...
-Você vai precisar trocar de roupa, vista isso!
-Okay, obrigada
Braiam saiu do quarto, eu vesti seu short samba-canção e sua blusa.
-Já acabou ju ?
-Aham
-Tô entrando
-Tô saindo
-Pra onde você vai, ele disse segurando meu braço
-Sofá
Ao receber minha resposta Braiam me girou e me fez parar colada em seu corpo...
-Fique comigo por favor ju
Braiam foi me puxando até a cama, ele sentou na ponta e me pos em cima de suas pernas, colocou meu cabelo para trás e beijou
minha marca no pescoço, depois deu vários beijinhos pelo meu pescoço me relaxando, seguiu com os beijinhos até a gola de sua
blusa e a tirou, jogando em algum lugar do quarto, Braiam me girou e ficou por cima de mim, ele ia aumentando a velocidade
dos beijos...
-Não, eu não posso fazer isso
Na mesma hora Braiam se levantou e foi tomar um banho, me deixando sozinha no quarto. Eu me sentei na ponta da cama e
coloquei minhas mãos no rosto e respirei fundo, não acreditava no que quase tinha acontecido...
Ao ouvir um barulho meus olhos voaram para o banheiro, Braiam apareceu na porta do banheiro só de boxer preta, isso já
era provocação...
-Gosta do que viu ? ele sorriu ao perguntar
-Talvez... eu sorri
Braiam andou até a mminha frente, pegou minhas mãos e me levantou, puxando meu queixo para cima e me dando um beijo na
bochecha...
-Porque não ju ?
Meu silêncio permaneceu
-Não tenha vergonha
-Sou virgem Braiam, e eu respeito a primeira vez, não quero que seja com alguém que não amo...
-Eu devo ser um monstro para você, deixa eu te monstrar que eu posso te fazer feliz...Por favor...
-Vamos ver...
Braiam se afastou, pegou uns cobertores e travesseiros a mais e ligou o ar.
Ele se deitou no seu lado da cama de cabeça para cima, eu me virei olhando pra ele e disse :
-Isso não nos empede de brincar... e sorri
-Vamos ver o que você consegue fazer ju
Fui na minha bolsa e peguei um hidratante subi na cama e virei Braiam para baixo e comçei, fui passando miha mão em suas
costas para fazer carinho depois fiz massagem, os musculos tonificados de Braiam sobre meus dedos moles.
Subi em cima de Braiam e o mordi, Braiam sentia cosquinha. Ele me virou ficando em cima de mim e fazendo cosquinha, eu
não conseguia parar de rir...
-Para, para por favor
-Então diz que gosta de mim
-NUNCA !!!
-Então eu não vou parar
-Ta bom, eu falooo !!
Suas pernas estavam entre meu corpo, segurando meus pulsos com força com os braços para cima na direção da minha cabeça,
para que eu não fuja, meu peito subia e descia com um lindo sorriso no meu rosto olhando para seus olhos verdes vidrados
nos meus, seu cabelo bagunçado caindo.
-Tô esperando
-Braiam
-O que ?
-Eu gosto de você
Um enorme sorriso surgiu em seus doces lábios, seu olhar tenso sobre os meus olhos, Braiam soltou um pouco meus pulsos
para não me machucar, meus olhos mexendo-se para cada canto de seu rosto, as pernas de Braiam foram deslizando para trás,
seus quadris colados com os meus, meu olhar foi para seus lábios ao longo que se aproximavam dos meus, até finalmente
fazerem contato comigo, eu desejava mais do que tudo naquele momento seus lábios, não sabia, minha mente confusa,
eu não o amava, mas eu o desejava...Sua lingua fez um longo caminho pelo meu lábio inferior, seus lábios desgrudaram dos
meus lábios, meus olhos se abriram e eu o observei levantar de cima de mim e sentar.Eu me levante i encosei as costas na
cabeçeira da cama olhando fixamente para ele...
-Eu também gosto de você ju.
-Que bom né
-é
Nas próximas horas eu passei em seus braços, com minha cabeça sobre seu peito, Braiam fazia carinho em minha cabeça enquanto
eu brincava com seus dedos,seus toques leves sobre meus cabelos me arrepiavam, me arrepiavam de um jeito que eu não sabia
como explicar, era bom e eu queria mais e mais, mas também me assustava...
-Hey ju...
Próximo capítulo...
Nós-- Cap.6

A maior prova disso era a enorme campanha que o One Direction estava fazendo para me encontrar. Eles pediam para as fãs para que me mandassem mensagens em minhas redes sociais, pedindo para que eu desse notícias e incluindo até mesmo a mídia nessa busca. Todos estavam me procurando como loucos e eu estava bem embaixo do nariz deles.
Enquanto eu estava simplesmente morando num dos bairros residenciais da periferia. Era o que o meu dinheiro dava para pagar, já que eu começara a trabalhar em uma cafeteria do bairro. Não era nenhuma Starbucks, mas era um lugar agradável. Nada demais.
O apartamento que eu estava alugando também era legal, quando os vizinhos não decidiam passar a noite inteira brigando. Um tanto pequeno, mas interessante. Eu havia comprado alguns móveis de segunda mão, mas o apartamento já era mobiliado e isso facilitou muito a minha vida.
- Se estiver escutando essa mensagem, me ligue, pelo amor de Deus. Eu estou preocupado. – a voz de Niall soou na cozinha, enquanto eu me permitia ouvir as minhas mensagens, fazendo um delicioso sanduíche de carne e queijo para mim. Passei a mão na minha barriga, sentindo algo se mexer em resposta e não pude conter um sorriso.
Na semana anterior, eu fizera uma nova bateria de exames e assim confirmado que eu estava realmente grávida e fora justamente ter a certeza daquilo que me fizera ter novos planos e saber como eu levaria a minha vida dali para frente.
A minha primeira decisão era criar aquela criança por mim mesma. Uma figura paterna não faria tanta falta e eu sabia que eu poderia dar conta se eu quisesse. E isso evitaria o dilema de confrontar Liam e Zayn e ter de contar que eu estava grávida e não sabia qual deles era o pai.
Como eu faria isso? Liam estava certo quando me pedira para me afastar da vida deles. Aquilo tiraria todo o drama da vida deles e facilitaria e muito os seus dias. Mas não me impedia de sentir a falta deles.
Era mais forte do que eu, me deitar na minha cama, encarando o teto e imaginando como Zayn seria um bom pai. O tipo de pai que corre com o filho no parque, que o ensinaria a jogar futebol e que em tardes de domingo nas quais não tivéssemos nada para fazer, Zayn ensinaria o nosso filho a desenhar. Talvez, se fosse uma menina, ela seria a sua princesinha. Tudo o que ela quisesse o pai superprotetor daria a ela. Ela teria os olhos de Zayn e os cabelos também. Quem sabe ela seria teimosa como eu. Realmente podia enxergar Zayn segurando uma criança nossa. Um pequeno Zayn ou uma pequena princesinha que nos traria toda a felicidade do mundo. Talvez eu aprendesse a amar Zayn como eu amava Liam e seríamos uma boa família.
Mas então a minha mente dava uma volta e eu só conseguia pensar em como Liam também seria um pai incrível. O Daddy Directioner seria o tipo de pai protetor e carinhoso. O tipo que acordaria as crianças no domingo apenas para que elas tomassem café juntos na frente da televisão, assistindo a algum desenho animado. E eu praticamente podia ver todos de pijama, esparramados no sofá, se divertindo. Talvez fosse uma menina. Uma pequena bailarina com um sorriso meigo e fácil como o do pai. Um menino cheio de energia e risonho.
E então tudo o que eu queria era contar os meus devaneios para Louis.
Por várias vezes eu me vi com o celular na mão, querendo ligar para ele, mas apertando o botão para não realizar a chamada. Louis era meu melhor amigo e era justamente por isso que eu não queria mais fazê-lo entrar em toda aquela confusão que estávamos armando.
O meu celular vibrou, em cima do balcão, e com um simples olhar notei que era Louis ligando.
A vontade de atender praticamente me corroeu. Mas me controlei. Não deveria atender. Depois de seis toques, a secretária eletrônica atendeu e eu permiti que a voz alegre de Louis enchesse a minha cozinha:
- Eu sei onde você está! E se você não retornar essa ligação neste exato minuto, eu darei o seu endereço para o Liam ou para o Zayn. O que acha? Você tem dez minutos para retornar essa ligação, (s/n). Beijos, tchau.
Felizmente, eu conhecia Louis bem o suficiente para saber que aquele era um blefe dos bons. Era mais do que óbvio que ele não sabia onde eu estava. Aquela vizinhança era ideal justamente por isso. Aquelas pessoas não davam a mínima pra quem eu era e pareciam não saber nem ao menos quem era One Direction. Certa vez, na cafeteria, uma garota dissera que What Makes You Beautiful era dos Beatles. Sendo assim, era impossível que Louis realmente soubesse onde eu estava.
Sentei-me no sofá com o meu sanduíche e um copo de café com creme de morango, meu novo vício de grávida, enquanto escutava o casal discutir.
Como parte da minha nova diversão diária, gritei para a parede:
- Ei, vocês dois, parem de gritar!
Por alguns segundos nenhum barulho foi ouvido, a não ser o meu mastigar. Mas depois um recomeçou a gritar com o outro, culpando o parceiro por ser um maldito e fazê-lo gritar e perturbar a vizinha. No caso, eu.
Eu fazia isso com freqüência. Achando engraçada a maneira como os gritos dela ecoavam pelo corredor e como os dele reverberavam pelas janelas. Pareciam um bom casal, mas com os seus problemas. Todos os casais tinham seus problemas.
Meu sanduíche já tinha acabado e eu estava assistindo empolgada a nova temporada de X Factor e como eu sempre fazia, torcendo pelo meu favorito como se fosse uma final de copa do mundo.
O som do meu aparelho celular me assustou e eu corri para a cozinha, encontrando-o ainda em cima do balcão. Louis. O nome aparecia no visor e eu me perguntei se iria atender ou não.
Havia se passado dez minutos.
Pensei se deveria atender ou não aquela ligação e, no fim, me decidi por apertar o botão vermelho e colocar mais café com creme de morango em minha caneca, voltando para sala, com o celular no bolso.
Louis só poderia estar blefando. Era bem típico dele. Eu havia perdido as contas de quantas vezes eu caíra nas pegadinhas de Louis. Mas essa não seria uma delas. Eu não acreditava que ele soubesse onde eu estava.
Sentei-me no sofá acompanhando a música do participante da vez, na TV, praticamente gritando a letra de Rockstar do Nickelback que ele nem estava cantando tão bem assim quando o celular tocou de novo.
Paciência nunca havia sido um ponto pelo qual era bem conhecida e por isso coloquei o telefone debaixo do sofá. Ainda que a minha vontade de atendê-lo fosse praticamente dolorosa, eu não devia falar com nenhum deles. As coisas finalmente estavam entrando nos eixos, eu não podia deixar que mais uma das pegadinhas de Louis me deixasse perder o foco.
Um barulho de vidro sendo quebrado ecoou da parede vizinha e eu entendi que as coisas do outro lado estavam ficando mais intensas. Não bastaria muito e os gemidos encheriam o meu apartamento. Era sempre assim com eles: primeiro se matavam, gritavam e se atiravam coisas e depois se resolviam sexualmente. E eu ainda não sabia o que era pior. Se os gritos com xingamentos ou os gritos com gemidos.
Olhei para o relógio e notei que já estava perto da hora da entrega do meu jantar.
Recentemente eu descobrira que sanduíches de carne e queijo não era o suficiente para nutrir a mim e ao meu bebê e que comida tailandesa não me deixava tão enjoada. Por isso fiz um acordo com um restaurante e todos os dias às 20h, eles me enviavam o meu jantar. Pagar o restaurante mensalmente também tinha sido um acordo bem interessante.
Como se tivesse uma conexão direta com o meu estômago, escutei batidas na porta, me levantando apressada para abrir a porta. E daí se eu havia acabado de comer um sanduíche? O meu apetite estava mais voraz nos últimos dias e eu tinha de comer por duas pessoas.
Queria que meu bebê crescesse forte e saudável. Como um dos seus pais.
Droga! Eu não deveria pensar nisso. Apenas imaginar que eu não tinha a mínima idéia de quem poderia ser o pai daquela criança me deixava apavorada e envergonhada. Eu não era o tipo de mulher que dormia na cama de qualquer homem, ainda assim, eu havia traído Liam com Zayn e ainda engravidara de um deles tornando a situação ainda mais complicada.
Minha barriga ainda não estava aparecendo, mas eu desejava que ela crescesse rápido. Eu queria acompanhar cada momento daquela gestação, ver a minha barriga crescer aos poucos, o bebê começar a mexer, meu corpo se modificar, os seios se encherem. Tudo isso.
- Já vai. – anunciei para o entregador do outro lado da porta e peguei o cartão que sempre usava para que ele marcasse que sua entrega havia sido feita.
Abri a porta e a fechei no mesmo momento.
Não era o entregador da comida tailandesa.
Louis não estava blefando.
E agora Liam Payne estava na porta do meu apartamento.
- Abra essa porta, (s/n).
Como eles haviam descoberto? Ah, claro. Eles tinham dinheiro o suficiente para colocar até a Interpol atrás de mim para que pudessem me achar. Não era nem difícil imaginar que eles haviam contratado uma porção de detetives particulares. Os melhores, sem dúvida.
Os gritos continuaram e eu os ignorei. Na televisão, uma nova participante cantava uma música da Adele e eu tentei não cair no choro. Recentemente tudo me levava à uma crise de lágrimas.
- (s/n), por favor, nós precisamos conversar. – ele disse mais perto, provavelmente com a cabeça encostada na porta, como ele costumava fazer quando ficava frustrado, encostando a sua testa na parede, tentando pensar com mais facilidade. – Eu sei que eu não quis ouvir você antes, mas eu mudei de idéia.
- Apenas vá embora, Liam.
Liam pareceu não ouvir ou dar importância para o que eu gritei e continuou:
- Eu sei que você tentou antes, e que eu não deixei que você falasse e me arrependo disso, (s/n). De todo o meu coração. – eu podia realmente ouvir a dor em sua voz. O arrependimento, mas ainda assim eu não abriria a porta – Mas eu estava errado, (s/n). Eu conversei com o Zayn, ele abriu meus olhos e ainda que ele seja apaixonado por você, ele sabe o quanto eu te amo, (s/n), e como temos uma história. Por favor, não jogue isso fora.
Eu não estava jogando nada fora. Eu estava salvando o que tínhamos. Era mais fácil para todos nós sem uma vadia descontrolada fora do caminho. Talvez eu tivesse recaídas. Talvez eu voltasse para Liam e me apaixonasse por Zayn. E ficasse com Zayn e o traísse com Zayn.
Mas essa não era a pior parte de aceitar Liam de volta.
- Eu prometo, (s/n), eu posso te prometer que dessa vez vai ser diferente. Eu aprendi o que fiz de errado da ultima vez e não deixarei que nada seja mais importante que o nosso relacionamento. Eu tive que perder você da maneira mais inconseqüente para poder entender que eu deveria te tratar melhor. Que eu deveria te amar melhor para que outro não tivesse de fazer o que eu não estava fazendo. Se começarmos de novo, (s/n), dessa vez eu serei diferente. Nosso amor vai ser melhor, eu prometo.
Eu poderia voltar. Eu queria voltar.
Uma parte de mim sempre seria de Liam. Era como se dentro de mim, uma grande parte de meu corpo e de minha mente pertencesse apenas a ele. Tudo o que ele fazia ou dizia era o que me movia. Eu era apaixonada por aquele homem e todo aquele tempo afastada dele me deixara péssima e a saudade por pouco não me matara, mas mesmo assim, eu não tinha apenas que pensar em mim.
Apesar de sua acusação na ultima vez que nos víramos, eu não era uma vadia egoísta.
Eu não pensava apenas em mim.
- Liam, por favor, não torne isso mais difícil, vá embora.
- Eu amo você, (s/n).
A cada vez que Liam dizia aquelas palavras era como se meu coração batesse mais forte, bombeando mais sangue para o meu corpo, me fazendo me sentir mais viva. Eu vivia por Liam. Eu era de Liam. Eu o amava desesperadamente e sabia como as coisas seriam se eu voltasse.
Eu não queria piorar nada para ninguém. Eu estava fazendo tudo do jeito certo. Eu acreditava que sim.
- E eu amo você, Liam. Mas, por enquanto, eu não quero mais ver você.
A dor pareceu derreter meu peito. Eu nunca pensara que teria que dizer aquilo para Liam. A minha vontade não era dizer nada daquilo. O que eu realmente queria era correr para os braços dele. Abrir a porta e abraçar Liam até que toda a dor desaparecesse. Rodeá-lo e ouvi-lo assegurar com a sua voz profunda e grave que tudo ficaria bem. Que ele era meu e eu dele e por isso não tínhamos nada a temer.
Mas não podíamos.
Não mais.
- Eu... eu vou respeitar a sua decisão. – eu podia ouvir as lágrimas em sua voz. Saber que eu estava fazendo Liam chorar me partia em duas, em desespero e em dor. Mas eu estava fazendo a coisa certa.
- Obrigada, Liam.
Com uma mão contra o meu ventre e a outra acima da minha cabeça, apoiada contra a porta, assim como a minha testa, deixei que as palavras saíssem de minha boca como um sussurro. Eu não tinha forças para negar o meu coração à Liam em voz alta. Seria uma mentira.
- Eu disse que respeito. Não que entendo ou aceito, (s/n). Isso não acaba aqui. Isso não pode acabar. Nosso amor é grande demais para que eu simplesmente desista.
Esse era o Liam que eu conhecia. Ele era obstinado, fiel. Meu. Mas não podia ser.
Eu não queria machucar Liam ainda mais. Se eu ficasse ao seu lado e o bebê não fosse dele, eu poderia destruir o seu coração. Além de traí-lo com seu melhor amigo, eu ainda engravidara dele. O quão cruel eu poderia ser?
- Me desculpe.
As lágrimas escorreram com força pelo meu rosto, desesperada com a dor que tudo aquilo trazia, esgotada pelas emoções. Antes que eu pudesse me deixar ser abalada completamente, a porta foi aberta e Liam estava ali, na minha frente, me segurando contra os seus braços, tão apertado que eu não pude segurar mais a minha dor, deixando que minhas lágrimas escorressem enlouquecidamente, molhando a sua camisa, mas Liam parecia não se importar.
Ele dava beijos leves e calmos na minha cabeça, sussurrando coisas que eu não podia entender, mas que me faziam melhor, me deixavam mais calma.
Eu sempre achara a calma nos braços de Liam. Ele sempre fora o meu porto seguro e agora eu me perguntava como eu passara tanto tempo longe dele e como eu conseguira sobreviver com o caos na minha mente sem ter os seus abraços para aliviar a minha mente de qualquer pensamento a não ser o quanto eu o amava.
- Vai ficar tudo bem, eu prometo.
Ele não tinha como prometer uma coisa dessas quando ele nem ao menos sabia o que estava acontecendo. Era mais que claro que apesar de haver dado o meu endereço para Liam, Louis não lhe dera maiores informações. Liam não sabia que eu estava grávida, por isso estava ali. Quando ele soubesse de tudo, ele voltaria a me odiar. Eu tinha certeza daquilo.
- Liam, eu preciso que você vá embora. Não torne isso mais difícil, por favor.
Os dedos longos de Liam ergueram o meu queixo até que meus olhos encontraram os seus, escuros e doces, como sempre foram. Eu amava Liam mais do que eu jamais supusera ser capaz e isso acendeu em mim alguma esperança de que as coisas poderiam dar certo ou melhorar.
Mas não podiam. Ainda que ali, na minha frente, me abraçando com toda a sua força, ele não pudesse ter a mínima idéia de que dentro de mim naquele exato momento, uma vida crescia, uma hora a barriga cresceria de vez e não haveriam desculpas ou palavras doces que poderiam consertar isso.
As promessas seriam quebradas.
Sendo assim, eu tinha de fazer o que era certo. E fazer Liam partir era o correto.
Ele entendeu o que eu tinha a dizer sem que eu precisasse pronunciar as palavras. Eu simplesmente me afastei, deixando que as suas mãos caíssem ao lado do corpo, impotentes.
- Eu... eu vou te dar alguns dias. E depois nós iremos conversar, ok?
Eu assenti e Liam julgou que aquilo era o suficiente, erguendo os braços como se fosse me tocar mais uma vez, mas a sua própria consciência o fez abaixá-los e voltar para a porta, fechando a porta depois de me encarar com firmeza, dizendo “eu te amo” sem pronunciar um som, apenas movendo seus lábios perfeitos.
Quando a porta se fechou, eu suspirei e me sentei no sofá, com as suas mãos na cabeça.
O que eu acabara de fazer?
As minhas mãos automaticamente se colocaram em cima do meu ventre e eu percebi que o que quer que eu tivesse feito, momentos atrás, eu havia feito o certo. Para nós dois. Três, no caso.
Aquela criança não precisava de todo um drama justo ao nascer. Ela não precisava lidar com fãs loucas, mídia sem escrúpulos ou o estigma de ser o fruto de uma traição. Liam não precisava ser ainda mais ferido. Zayn não precisaria se ver mais machucado.
Eu estava agindo corretamente. Estava sendo mais sensata do que eu jamais fora em toda a minha vida.
Para o bem de todos.
O programa já havia terminado e uma série que eu odiava havia começado. O entregador estava atrasado, mas eu nem me importei. As emoções ainda não estavam completamente acertadas dentro de mim. E os hormônios em total loucura, faziam a tarefa de aceitar e entender os meus atos, ainda mais difícil.
O barulho abafado do toque do meu celular me fez lembrar que eu o havia colocado, retirando-o debaixo do sofá, notei que haviam mais duas ligações perdidas vindas de Louis Tomlinson. E o motivo de ele estar tocando loucamente era a chegada de uma nova mensagem.
Zayn Malik.
Eu não deveria abrir a mensagem. Apenas apertar o botão para deletá-la, mas o que eu sabia naquele momento? Eu havia acabado de mandar Liam embora da minha casa quando tudo o que eu mais queria era me aninhar em seus braços e ficar daquela forma até que tudo voltasse a ser como era antes. O que eu poderia saber sobre decisões acertadas?
Abri a mensagem e ela era simples.
Mas tão direta e objetiva que meu coração deu um pulo em meu peito, me fazendo engolir em seco, Um gosto acre e estranho inundou a minha boca num misto de pânico e todos os outros sentimentos de desespero.
Deixei o celular cair e corri para o banheiro, vomitando todas as refeições do dia.
Quando eu não conseguia colocar mais nada para fora, eu lavei a boca e o rosto e me encarei no espelho.
E tudo o que eu podia dizer para mim mesma era: “E agora, (s/n)?” enquanto os meus pensamentos voltavam para a mensagem.
“Você está com algo que me pertence. Meu filho. Nos vemos na quarta. Z.”
Oh, Céus, o que eu iria fazer agora?
Oque será que vai acontecer no encontro deles?? Será que ela vai? #Rafa
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
"Inside your mind " 5 capítulo A viajem
Rafa on :
Estava deitava na minha cama torcendo pela resposta da minha mãe.
-Rafaaaaa ?
-Oiii
-Aonde você tááá ?
-No meu quartooo !!
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-Filha sobre a sua viajem, eu quero saber se suas amigas vão.
-Todas vão mãe
-Você quer muito ir ?
-Sim
-Então, você vai ter que prometer que vai...
-AAAAAAAAAAAAAhhh mãe, eu juro que eu vou melhorar com você mãe, juroooo!!
-KKK Então tá, você pode ir!
-KKK Então tá, você pode ir!
-Ohhh muito obrigada mãe, muito mesmo.
Logo eu dei a noticia pro Niall, fiz minhas malas e fui no dia seguinte.
Foram dias ótimos todos nós juntos, eu, ele e nossos amigos iriamos passar 10 dias lá, e no quinto dia:
-Boa noite, onde tava ? disse uma amigah minha
-Boa noite, tava no shopping com a vih
-Atah, você vai com a gente jantar ?
-Não, vou sair com o Niall.
-Hm okay!
Rafa on:
Niall tinha chegado lá na casa onde eu tava e eu ainda não estava pronta, fiz ele esperar mais 20 minutos para podermos sair, ele vendou meus olhos e me deu um buque de flores...
-Chegamos...
-Hmm, onde ?
-É surpresa já disse.
-Okay
Ele só tirou a fita quando estávamos a 324 metros do chão...
-Omg
-Gostou ?
-Se eu gostei, eu ameiiii !!
-Que bom.
-Que bom.
Nós tivemos um jantar super romântico com flores, música ao vivo, chocolates...
-Rafa?
-Oi
-Promete uma coisa pra mim ?
-O que ?
-Que você vai ficar sempre comigo ?
-Prometo...
Niall tira uma caixinha do bolso abre e me dá, eu pego 2 anéis dourados, com os nossos nomes gravados neles... Eu não tive resposta, não conseguia dizer nada... Uma lágrima de alegria escorreu pelo meu rosto.
-Hey o que foi rafa ?
-Eu te amo
Eu o beijei desesperadamente, nós saímos de lá e fomos pra casa onde eu estava, fomos pela porta dos fundos...
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Dia seguinte :
Rafa on :
Eu não me lembro de mais nada daquela noite, só me lembro de....
Próximo capítulo...
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